Há uma empresa que foi consultada para eventualmente ser um comprador, a Madeira Atum, com sede no caniçal.
André Silva diz que a direção regional de Pescas lhe alterou as regras quando decidiu dar prevalência a contratos de abastecimento ao invés de ordem de compra em lota. O responsável da Madeira Atum não concorda.
O comerciante alerta que o preço da lapa vai ser pago pelo consumidor a valores muito mais altos.
Da parte da direção regional de Pescas, há um outro entendimento que se baseia no decreto regional que gere esta área bem como em pareceres jurídicos que dão base à decisão de aceitação.
Sónia Pereira diz que a figura do contrato prevalece à da primeira compra.
A primeira compra é sempre feita em leilão e não desaparece, esclareceu a diretora regional de Pescas. Houve uma reunião promovida pela direção regional de tentativa de consenso, mas os valores de contrato falaram mais alto.
Sónia Pereira reconhece concentração no mercado, mas é o comércio livre a funcionar.