No 2.º trimestre de 2026, segundo os resultados provisórios de aluguer de veículos sem condutor apresentado pela Direção Regional de Estatística da Madeira, os contratos e os proveitos dos serviços de aluguer de veículos cresceram, em termos homólogos, 2,6% e 7,1%, respetivamente.
Foram celebrados 124 750 contratos de aluguer de veículos sem condutor na Região, mais 2,6% do que no mesmo período de 2025. De janeiro a junho de 2026, contabilizaram-se 213 835 contratos, correspondendo a um decréscimo de 0,7% face ao período homólogo.
Os automóveis ligeiros de passageiros representavam 97,6% da frota de 14 025 veículos, enquanto os motociclos e as autocaravanas correspondiam a 2,4% e 0,1%, respetivamente.
Por tipo de combustível, predominavam os veículos a gasolina (77,3% do total), seguidos dos veículos a diesel (12,7%), híbridos (8,4%) e elétricos (1,6%).
No que toca à evolução na substituição da frota por veículos veículos híbridos e elétricos, registam-se crescimentos de 60,1% e 17,1%, respetivamente.
O aeroporto manteve-se como o principal ponto de levantamento de veículos, concentrando 61,6% dos contratos (+9,8% em termos homólogos), seguindo-se os estabelecimentos das empresas de aluguer, com 31,0% (-4,8%) e os hotéis, com 7,5% (-15,9%).
A duração média do aluguer de automóveis ligeiros de passageiros fixou‑se em 6,0 dias, no trimestre em análise (-2,5% em termos homólogos). Nos motociclos, a duração média situou‑se em 2,7 dias (-21,6%), enquanto nas autocaravanas este indicador atingiu 6,9 dias (+1,6%).
No que diz respeito aos principais mercados emissores, Alemanha, Portugal e França estão no top-3 com 20,9%, 19,2% e 11,7% dos alugueres, respetivamente. Reino Unido com 8,6%, a Polónia com 7,8%, os Países Baixos com 7,3% e a Espanha com 5,5% são outros mercados com algum destaque. Estes sete mercados concentraram 81,1% dos clientes no trimestre em análise (75,9% no 2.º trimestre de 2025).
Os proveitos dos serviços de aluguer de veículos ascenderam a 33,2 milhões de euros no 2.º trimestre de 2026, mais 7,1% do que no período homólogo.
O serviço base de aluguer representava 80,2% dos proveitos totais, totalizando 26,6 milhões de euros (+7,2% em termos homólogos), enquanto os restantes proveitos atingiram 6,6 milhões de euros (+6,6%).
No acumulado de janeiro a junho de 2026, os proveitos subiram para 50,8 milhões de euros, mais 5,8% do que no período homólogo.