“Após uma análise cuidadosa, a IAG decidiu que não seria do melhor interesse dos nossos acionistas avançar com o processo de aquisição de uma participação na TAP”, disse fonte oficial à Lusa.
A mesma fonte acrescenta que “ao tomar esta decisão, a IAG está a dar prioridade às inúmeras oportunidades de crescimento existentes no grupo, incluindo uma alocação disciplinada de capital para expandir as suas marcas de companhias aéreas líderes, bem como um desenvolvimento com poucos ativos através de parcerias com companhias aéreas e negócios como o IAG Loyalty”.
Com esta decisão, a corrida à privatização da TAP será feita entre a Air France-KLM e a Lufthansa.
Na semana passada, a Bloomberg tinha noticiado que a IAG poderia não avançar com uma proposta por considerar que a opção de Portugal vender apenas uma participação minoritária da companhia aérea não se enquadra na estratégia do grupo.
Uma informação confirmada hoje pela IAG: “Sempre afirmámos que, em qualquer situação de aquisição, precisamos de um caminho para a propriedade total, de forma a podermos gerir e transformar o negócio.
O caderno de encargos prevê a alienação de até 44,9% do capital da TAP, com 5% reservado aos trabalhadores, ficando qualquer participação não subscrita sujeita ao direito de preferência do futuro comprador.
Lusa