“Dei tudo o que tinha pelos clubes que representei e pela seleção e hoje penduro as luvas”, resumiu Ochoa, que alinhou no AVS na época 2024/25, na I Liga portuguesa, antes de se transferir para os cipriotas do AEL Limassol, o último clube do histórico guarda-redes mexicano.
Tal como o português Cristiano Ronaldo e o argentino Lionel Messi, Ochoa esteve presente nos Mundiais de 2006, 2010, 2014, 2018, 2022 e 2026, mas apenas jogou em quatro edições (2014, 2018, 2022 e 2026), terminando a carreira com 154 internacionalizações, marca apenas superada pelos compatriotas Andrés Guardado e Claudio Suárez.
No Mundial2026, que foi organizado pelo México, em conjunto com os Estados Unidos e o Canadá, o veterano guarda-redes jogou apenas 12 minutos, como suplente utilizado no jogo com a República Checa, vencido por 3-0 pela seleção mexicana, que foi depois eliminada pela Inglaterra nos oitavos de final.
Ochoa iniciou a carreira profissional no Club América, tendo depois representado Ajaccio (França), Málaga, Granada (ambos em Espanha), Standard Liège (Bélgica) e Salernitana (Itália), antes de integrar os plantéis de AVS e o AEL Limassol.
Lusa