Além da penalização, a Federação aplicou uma suspensão pesada aos dirigentes Andrea Agnelli (24 meses), Arrivabene (24 meses) Fabio Paratici (30 meses) e Federico Cherubini (16 meses), Nedved, Garimberti, Vellano, Venier, Hughes, Marilungo e Roncaglio (8 meses).
O processo resultou da investigação que suspeita que o valor de transferências teria sido inflacionado, com o objetivo de aumentar receitas das respetivas sociedades.