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Universidade de Coimbra quer deixar de fazer exames em papel em 2023/24
Sociedade 16 dez, 2022, 10:46

Universidade de Coimbra quer deixar de fazer exames em papel em 2023/24

A Universidade de Coimbra vai avançar com um projeto-piloto de exames digitais sem recurso a papel, na próxima época de avaliação, iniciativa que pretende alargar a toda a academia em 2023/24.

“Nesta época de exames vamos já ter em fase piloto exames com recurso a um sistema informático”, disse à agência Lusa o reitor da Universidade de Coimbra (UC), Amílcar Falcão, que está a terminar o primeiro mandato.

Segundo este responsável, a UC desenvolveu um ‘software’ próprio, que permite ao professor fazer o exame presencial “que quiser e configurar com imagens ou filmes”, sendo possível correções automáticas e passagem por um ‘software’ que deteta fraude.

“Temos um conjunto de ferramentas que permite, daqui para a frente, deixarmos de fazer exames em papel e ter este procedimento, para toda a universidade, presencial, sem papel e com recurso a ferramentas digitais”, realçou.

Amílcar Falcão explicou que os exames não serão feitos nos computadores pessoais dos alunos, mas em ‘tablets’ da Universidade de Coimbra, onde serão carregados os exames, com o ‘software’ a permitir fazer a correção na plataforma e lançar as notas.

“Terá a mesma segurança que fazer um exame em papel”, realçou o reitor, frisando que a UC está preparada para alargar a toda a instituição este tipo de exames já em 2023/24.

Destacando que hoje “os jovens são diferentes”, Amílcar Falcão considerou que a UC tem de se adaptar e avançar com uma reforma da pedagogia, mas também da própria oferta pedagógica, com cursos mais interdisciplinares e currículos mais flexíveis, assim como oferta no ensino noturno e adaptada às necessidades da formação ao longo da vida.

O reitor constatou que há cursos de doutoramento e mestrados com poucos alunos, assim como cadeiras opcionais criadas também com pouca procura, mas que acabam por ocupar cargas horárias "relevantes" de professores.

“Temos de olhar à volta e perceber que não posso ter um curso de doutoramento a funcionar com três pessoas ou um mestrado com aulas que ocupam cargas horárias ainda relevantes e depois tenho seis alunos. Temos de saber adaptar a nossa oferta pedagógica à procura, ao mercado, às necessidades”, defendeu.

Para Amílcar Falcão, não se pode ter um mestrado “numa área qualquer só porque se acha que é uma área bonita”.

O reitor da Universidade de Coimbra considerou ainda que se torna mais difícil às universidades adaptar a sua oferta pedagógica face à forma como é feita a acreditação, cujo processo “não é fácil, demora demasiado tempo, é demasiado burocrático” e não assegura autonomia às instituições de ensino superior.

“Se crio um curso que é interdisciplinar, quando chega à A3ES [Agência de Avaliação e Acreditação], o painel de avaliação não é interdisciplinar e depois levanta problemas que são exóticos”, apontou, considerando que, para além da demora, muitas das vezes “as decisões são arbitrárias” e travam “a inovação pedagógica” por parte das universidades.

“A autonomia universitária, neste campo, está muito condicionada”, criticou.

Lusa

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