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Ucrânia formaliza pedido de adesão à NATO
Sociedade 30 set, 2022, 19:43

Ucrânia formaliza pedido de adesão à NATO

A Ucrânia vai formalizar ainda hoje um pedido de adesão acelerada à NATO, anunciou o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, pouco depois de a Rússia ter anexado quatro regiões ucranianas.

“Estamos a dar um passo decisivo ao assinar a candidatura da Ucrânia à adesão acelerada à NATO”, disse Zelensky num comunicado divulgado no ‘site’ da Presidência.

O comunicado é acompanhado de um vídeo com a comunicação de Zelensky, que termina com a assinatura do documento.

A mensagem foi divulgada depois de uma reunião do Conselho de Segurança Nacional e de Defesa da Ucrânia, realizada no dia em que a Rússia formalizou a anexação das regiões ucranianas de Donetsk, Lugansk, Kherson e Zaporijia.

“Hoje, a Ucrânia apresenta a sua candidatura ‘de jure’ [à NATO]”, disse Zelensky, referindo que o pedido será feito através de um procedimento de emergência.

“Sabemos que é possível. Este ano, vimos a Finlândia e a Suécia começarem a aderir à Aliança sem um Plano de Ação para a Adesão”, justificou.

Zelensky disse que a Ucrânia já está “de facto” a caminho de se tornar membro da Aliança Atlântica e demonstrou a sua compatibilidade com os padrões militares da NATO, tanto no campo de batalha como na interação com os aliados.

“Há confiança mútua, ajudamo-nos mutuamente e protegemo-nos mutuamente. Esta é a aliança”, disse.

Argumentou que a Rússia não teria parado nas fronteiras ucranianas se não tivesse sido travada pelas tropas da Ucrânia.

“Outros Estados teriam estado sob ataque. Os países bálticos, Polónia, Moldávia e Geórgia, Cazaquistão”, afirmou.

Zelensky disse estar ciente de que a adesão da Ucrânia, como a de qualquer candidato, terá de ser aprovada pelos 30 membros da NATO (sigla inglesa da Organização do Tratado do Atlântico Norte).

“Compreendemos que é necessário chegar a esse consenso. Por conseguinte, (…) oferecemos a implementação das nossas propostas relativas às garantias de segurança para a Ucrânia e toda a Europa, de acordo com o Pacto de Segurança de Kiev, que foi desenvolvido e apresentado aos nossos parceiros”, disse.

Zelensky disse também que a Ucrânia não negociará com a Rússia enquanto Vladimir Putin estiver no poder, pouco depois de o líder russo ter apelado à Ucrânia para depor as armas.

“A Ucrânia não negociará com a Rússia enquanto Putin for o Presidente da Federação Russa. Iremos negociar com o novo Presidente”, afirmou.

O chefe de Estado ucraniano reafirmou que o “único caminho para paz” passa pelo reforço da Ucrânia e pela expulsão dos ocupantes russos de todo o seu território.

“Vamos completar este caminho”, prometeu.

Zelensky anunciou ainda que o parlamento ucraniano vai discutir “um projeto de lei sobre a nacionalização de todos os bens russos”, apelando para a sua aprovação.

“Por favor, subscrevam este projeto de lei sem demora. Estamos a concluir o desmantelamento da influência russa na Ucrânia, na Europa e no mundo”, acrescentou.

A anexação das quatro regiões ucranianas, que correspondem a cerca de 15 por cento do território terrestre da Ucrânia, ocorreu após a realização de referendos não reconhecidos pela comunidade internacional, entre 23 e 27 de setembro.

Os referendos, considerados como uma farsa pela comunidade internacional, ocorreram em plena guerra na Ucrânia, que a Rússia invadiu em 24 de fevereiro deste ano.

A Rússia já tinha anexado a península ucraniana da Crimeia em 2014, após um processo idêntico.

Lusa

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