Saltar para o conteúdo
    • Notícias
    • Desporto
    • Televisão
    • Rádio
    • RTP Play
    • RTP Palco
    • RTP Zig Zag
    • RTP Ensina
    • RTP Arquivos
RTP Madeira
  • Notícias
  • Desporto
  • Especiais
  • Programas
  • Programação
  • + RTP Madeira
    Moradas e Telefones Frequências Redes de Satélites

NO AR
SIM diz que problema de fecho de urgências vai agravar-se até ao final do ano
Sociedade 08 ago, 2022, 17:16

SIM diz que problema de fecho de urgências vai agravar-se até ao final do ano

O Sindicato Independente dos Médicos (SIM) alertou hoje que o problema do fecho de serviços de urgências vai agravar-se até ao final do ano, apelando ao Governo para acelerar o processo negocial com os sindicatos para mitigar a situação.

“O nosso apelo pungente é que o Governo acelere o processo negocial. Estamos totalmente disponíveis, até já apresentámos propostas, agora não podemos estar a fingir que estamos a negociar”, disse o secretário-geral do SIM à Lusa sobre os constrangimentos nas urgências hospitalares, principalmente nos serviços de obstetrícia e ginecologia por falta de especialistas para assegurar as escalas.

Questionado sobre se as dificuldades vivenciadas em alguns serviços de urgência se podem agravar no fim de semana prolongado do feriado de 15 de agosto, Jorge Roque da Cunha disse que "não é um problema de feriados”.

“Isto não é um problema de feriados, não é um problema de verão, é um problema de outono, é um problema de inverno, porque é uma questão estrutural, que não tem a ver com situações específicas e pontuais, mas com a incapacidade que tem sido demonstrada nos últimos anos para contratar médicos no Serviço Nacional de Saúde”, salientou.

Ao saírem mais médicos do que aqueles que entram no SNS “naturalmente, que essa situação se vai agravar até ao final do ano”, até porque os médicos durante a pandemia fizeram “muitíssimas horas extraordinárias, não usaram férias, e necessitam de tempo para a sua vida pessoal, para a sua vida mental, porque de outra forma não são bons médicos”, alertou.

Segundo Roque da Cunha, a situação nas próximas semanas será “muito semelhante” em termos de urgências obstétricas, com serviços encerrados durante os fins de semana, como, por exemplo, nos hospitais de Braga, Garcia de Orta, em Almada.

“Vamos ter urgências que serão encerradas durante períodos noturnos e temos uma situação que é uma situação altamente preocupante e que resulta desses encerramentos (…) que é uma pressão acrescida junto das outras urgências que estão nos seus limites”, advertiu.

Roque da Cunha observou que este problema também se passa nas urgências gerais, apontando vários exemplos.

“Ainda ontem [domingo] tivemos notícia de várias urgências de Setúbal, Torres [Vedras], Caldas [da Rainha] totalmente cheias, sem macas”, disse, alertando que não se pode começar a culpabilizar as pessoas que recorrem aos serviços de urgência por motivos que não são de emergência, “porque ninguém vai por gosto, é porque não tem alternativas”.

A urgência de ortopedia de Santarém também esteve encerrada no domingo e hoje é o Hospital Garcia de Orta que por falta de especialistas não recebe até às 20:00 de hoje doentes urgentes politraumatizados.

“Portanto, há um conjunto de situações que, não havendo uma solução estrutural, não se consegue ultrapassar. A gravidade disto é que temos um Governo que está há sete anos no poder e que tem uma insensibilidade atroz perante os seus cidadãos. Não garantir serviços de urgência aos seus cidadãos, não garantir um nascimento tranquilo [dos filhos] às suas grávidas é perfeitamente inqualificável”, criticou.

Roque da Cunha manifestou-se convicto de que se houver acordo entre as partes no processo negocial é possível travar a saída de médicos e atrair outros, mas lamentou “a lentidão” do Governo nas negociações face à situação que se vive.

Lusa

Pode também gostar

Câmara do Funchal abate palmeiras “doentes”

Câmara do Funchal abate palmeiras “doentes”

Inquérito nacional de saúde detectou uma série de problemas de saúde nos portugueses (Áudio)

Inquérito nacional de saúde detectou uma série de problemas de saúde nos portugueses (Áudio)

Madeira sob aviso amarelo devido à chuva

Madeira sob aviso amarelo devido à chuva

Chuva fraca marca presença no último dia do ano na Madeira

Chuva fraca marca presença no último dia do ano na Madeira

Peditório da Liga Portuguesa Contra o Cancro arranca esta quinta-feira na Madeira (Vídeo)

Peditório da Liga Portuguesa Contra o Cancro arranca esta quinta-feira na Madeira (Vídeo)

Casos de SIDA com maior incidência entre os 20 e 39 anos (vídeo)

Casos de SIDA com maior incidência entre os 20 e 39 anos (vídeo)

Terceira temperatura mais alta em maio desde 1949 (Vídeo)

Terceira temperatura mais alta em maio desde 1949 (Vídeo)

Cancro vai matar 9,6 milhões de pessoas este ano

Cancro vai matar 9,6 milhões de pessoas este ano

Centenas de motards pedem proteção a São Rafael (vídeo)

Centenas de motards pedem proteção a São Rafael (vídeo)

Mercado dos Lavradores regressa lentamente à normalidade (Vídeo)

Mercado dos Lavradores regressa lentamente à normalidade (Vídeo)

PUB

Siga-nos nas redes sociais

Siga-nos nas redes sociais

  • Aceder ao Facebook da RTP Madeira
  • Aceder ao Instagram da RTP Madeira

Instale a aplicação RTP Play

  • Descarregar da Apple Store
  • Descarregar do Google Play
  • Redes de Satélites
  • Frequências
  • Moradas e Telefones
Logo RTP RTP
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube
  • flickr
    • NOTÍCIAS
    • DESPORTO
    • TELEVISÃO
    • RÁDIO
    • RTP ARQUIVOS
    • RTP Ensina
    • RTP PLAY
      • EM DIRETO
      • REVER PROGRAMAS
    • CONCURSOS
      • Perguntas frequentes
      • Contactos
    • CONTACTOS
    • Provedora do Telespectador
    • Provedora do Ouvinte
    • ACESSIBILIDADES
    • Satélites
    • A EMPRESA
    • CONSELHO GERAL INDEPENDENTE
    • CONSELHO DE OPINIÃO
    • CONTRATO DE CONCESSÃO DO SERVIÇO PÚBLICO DE RÁDIO E TELEVISÃO
    • RGPD
      • Gestão das definições de Cookies
Política de Privacidade | Política de Cookies | Termos e Condições | Publicidade
© RTP, Rádio e Televisão de Portugal 2026