Agora, tudo depende de uma análise dos custos que está a ser feita, como adianta à Antena 1, Márcia Gomes, presidente do SESARAM. Isto porque o Hospital Nélio Mendonça será desativado dentro de cinco anos.
O custo da certificação ainda está a ser apurado. Para já Márcia Gomes garante que a falta do heliporto não tem posto em causa o socorro.
A decisão de retomar ou não o processo de certificação do heliporto do Hospital Nélio Mendonça vai ser tomada em breve. Quanto ao novo Hospital Central e Universitário da Madeira, terá um heliporto operacional, quando entrar em funcionamento.