“O Serviço Regional de Saúde assegura, em média, cerca de 19.500 transportes de doentes não urgentes por mês, o que corresponde a aproximadamente 650 transportes diários, garantidos através de meios próprios do SESARAM e de prestadores externos contratualizados”, lê-se num comunicado hoje divulgado.
Também indica que nos últimos dois anos adquiriu três novas ambulâncias, que se “encontrando já em curso o procedimento para a aquisição de mais oito”, além de mantém “os seus meios operacionais em atividade e investir continuamente na respetiva manutenção”.
O SESARAM acrescenta que estão previstas novas admissões de tripulantes para estes veículos e que “estão igualmente a ser analisadas soluções de mobilidade interna, com vista ao reforço contínuo da capacidade operacional das equipas”.
Complementa que está em fase de consulta preliminar a aquisição de uma Plataforma Digital de Gestão do Transporte Não Urgente, visando “otimizar os agendamentos, monitorizar rotas e agilizar os processos de pagamento aos prestadores externos”.
Quanto aos pedidos de transporte associados às altas hospitalares, indica que “são assegurados com a maior brevidade possível após o respetivo registo na aplicação informática, de acordo com a disponibilidade operacional existente”.
Por isso, aponta que “tem vindo a investir de forma contínua na valorização dos seus profissionais, na renovação da frota, na aquisição de equipamentos e na melhoria das condições de trabalho das equipas.”.
Sobre o Serviço de Transporte Não Urgente de Doentes, reforça que representa uma “importante medida de apoio social assegurada pela Região, contribuindo para aliviar as famílias de um significativo encargo financeiro e logístico”.
Conclui que, em situações pontuais de constrangimentos operacionais relacionados com a disponibilidade de viaturas ou tripulações, “os utentes são devidamente informados, sendo desenvolvidos todos os esforços para minimizar os impactos e assegurar a continuidade da resposta assistencial”.
Lusa