Saltar para o conteúdo
    • Notícias
    • Desporto
    • Televisão
    • Rádio
    • RTP Play
    • RTP Palco
    • RTP Zig Zag
    • RTP Ensina
    • RTP Arquivos
RTP Madeira
  • Notícias
  • Desporto
  • Especiais
  • Programas
  • Programação
  • + RTP Madeira
    Moradas e Telefones Frequências Redes de Satélites
RÁDIO • RTP Antena 1 Madeira

TV • RTP Madeira

RÁDIO • RTP Antena 3 Madeira

Rússia diz que outros 134 militares ucranianos se renderam em Mariupol
Sociedade 14 abr, 2022, 12:42

Rússia diz que outros 134 militares ucranianos se renderam em Mariupol

A Rússia afirmou hoje que mais 134 combatentes se renderam na noite de quarta-feira em Mariupol, aumentando para 1.160 o número de militares ucranianos que "voluntariamente" depuseram as armas naquela cidade, segundo o Ministério da Defesa russo.

"Durante a operação para libertar a cidade de Mariupol, mais 134 militares ucranianos, incluindo 14 oficiais, depuseram as suas armas e renderam-se durante a noite", disse o porta-voz militar russo, Igor Konashenkov.

"Em apenas um dia, renderam-se 1.160 militares ucranianos da 36.ª brigada de infantaria da Marinha. Entre os quais, 176 oficiais", referiu o porta-voz.

Na quarta-feira, a Rússia anunciou uma suposta rendição de 1.026 soldados desta brigada, que nos últimos dias haviam denunciado as difíceis condições em que se encontravam para resistir ao ataque russo, uma vez que ficaram "sem munição ou alimentos".

A Ucrânia até agora apenas confirmou que "alguns" dos militares foram "capturados" pelos russos, embora não revelasse o número de soldados feitos prisioneiros.

O assessor do Presidente ucraniano, Oleksiy Arestovych, disse na noite de quarta-feira ao opositor russo Mark Feygin, durante uma entrevista publicada na rede social YouTube, que "parte da 36.ª brigada de infantaria da Marinha foi feita prisioneira numa tentativa de avanço [no terreno]” e que “muito menos" de mil militares teriam sido feitos prisioneiros.

"É uma mentira completa, (o número foi) aumentado várias vezes. Alguns juntaram-se ao regimento Azov e outros foram para outros lugares. E, como estavam separados uns dos outros, tomaram decisões com base na situação", disse o assessor ucraniano.

De acordo com Arestovych, aqueles que não se conseguiram juntar ao regimento de Azov, que está posicionado numa fábrica em Azovstal, "ficaram sob artilharia e ataques aéreos, perderam-se muitos (soldados) e outros foram feitos prisioneiros" pelos russos.

Num vídeo também publicado na noite de quarta-feira pelo regimento Azov na rede social Telegram, o tenente-coronel do regimento, Denis Prokopenko, e o comandante da 36.ª brigada de infantaria da Marinha, major Sergei Volynsky, confirmaram que alguns soldados conseguiram ingressar no batalhão, mas também não revelaram o número dos que supostamente se renderam ou foram feitos prisioneiros.

A Rússia lançou em 24 de fevereiro uma ofensiva militar na Ucrânia que já matou quase dois mil civis, segundo dados da ONU, que alerta para a probabilidade de o número real ser muito maior.

A guerra causou a fuga de mais de 11 milhões de pessoas, mais de 4,6 milhões das quais para os países vizinhos.

Pode também gostar

Rt e taxa de incidência continuam a subir

Rt e taxa de incidência continuam a subir

41 mil em apoios à comunicação social da Madeira

41 mil em apoios à comunicação social da Madeira

Infeções hospitalares caíram 50% na Madeira

Infeções hospitalares caíram 50% na Madeira

Propostas para o Orçamento Participativo do Funchal podem ser entregues até 15 de setembro (Vídeo)

Propostas para o Orçamento Participativo do Funchal podem ser entregues até 15 de setembro (Vídeo)

Bastonários exigem levantamento urgente de carências na Saúde

Bastonários exigem levantamento urgente de carências na Saúde

Madeira e os Açores são as regiões com maior pobreza energética (vídeo)

Madeira e os Açores são as regiões com maior pobreza energética (vídeo)

Covid-19: Negócios na Marina da Calheta reabrem portas (Vídeo)

Covid-19: Negócios na Marina da Calheta reabrem portas (Vídeo)

Tradição das tosquias (vídeo)

Tradição das tosquias (vídeo)

OMS vigia de perto casos de peste bubónica na China e Mongólia

OMS vigia de perto casos de peste bubónica na China e Mongólia

Albuquerque defende criação de grupo de trabalho para rever limites de vento no aeroporto (vídeo)

Albuquerque defende criação de grupo de trabalho para rever limites de vento no aeroporto (vídeo)

PUB

Siga-nos nas redes sociais

Siga-nos nas redes sociais

  • Aceder ao Facebook da RTP Madeira
  • Aceder ao Instagram da RTP Madeira

Instale a aplicação RTP Play

  • Descarregar da Apple Store
  • Descarregar do Google Play
  • Redes de Satélites
  • Frequências
  • Moradas e Telefones
Logo RTP RTP
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube
  • flickr
    • NOTÍCIAS
    • DESPORTO
    • TELEVISÃO
    • RÁDIO
    • RTP ARQUIVOS
    • RTP Ensina
    • RTP PLAY
      • EM DIRETO
      • REVER PROGRAMAS
    • CONCURSOS
      • Perguntas frequentes
      • Contactos
    • CONTACTOS
    • Provedora do Telespectador
    • Provedora do Ouvinte
    • ACESSIBILIDADES
    • Satélites
    • A EMPRESA
    • CONSELHO GERAL INDEPENDENTE
    • CONSELHO DE OPINIÃO
    • CONTRATO DE CONCESSÃO DO SERVIÇO PÚBLICO DE RÁDIO E TELEVISÃO
    • RGPD
      • Gestão das definições de Cookies
Política de Privacidade | Política de Cookies | Termos e Condições | Publicidade
© RTP, Rádio e Televisão de Portugal 2026