Saltar para o conteúdo
    • Notícias
    • Desporto
    • Televisão
    • Rádio
    • RTP Play
    • RTP Palco
    • RTP Zig Zag
    • RTP Ensina
    • RTP Arquivos
RTP Madeira
  • Notícias
  • Desporto
  • Especiais
  • Programas
  • Programação
  • + RTP Madeira
    Moradas e Telefones Frequências Redes de Satélites
RÁDIO • RTP Antena 1 Madeira

RÁDIO • RTP Antena 3 Madeira

TV • RTP Madeira

Removidos mais de 130 mil vídeos por desinformação sobre vacinas
Sociedade 29 set, 2021, 16:41

Removidos mais de 130 mil vídeos por desinformação sobre vacinas

O YouTube removeu mais de 130 mil vídeos desde outubro do ano passado por violarem as políticas Covid-19 relativas à informação sobre vacinas e alargou as diretrizes sobre outras vacinas já aprovadas, divulgou hoje a plataforma.

"A elaboração de regras sobre a desinformação médica é uma tarefa que implica desafios e equilíbrios complicados" e "o conhecimento científico evolui à medida que surgem novos estudos e, em primeira mão, com a experiência pessoal que, regularmente, desempenha um papel poderoso no discurso ‘online’", salienta.

No caso das vacinas, estas "têm sido uma fonte de debates ferozes ao longo dos anos, apesar da orientação consistente das autoridades de saúde sobre a sua eficácia", por isso hoje "estamos a expandir as nossas políticas de desinformação médica no YouTube com novas diretrizes sobre as vacinas atualmente administradas que são aprovadas e confirmadas como seguras e eficazes pelas autoridades de saúde locais e pela OMS [Organização Mundial de Saúde]", refere Neal Mohan, citado no comunicado.

As regras da comunidade YouTube "já proíbem certos tipos de desinformação médica" e "há muito que removemos conteúdo que promove remédios prejudiciais, tais como dizer que beber terebintina pode curar doenças".

No início da pandemia de Covid-19, as políticas do Youtube tiveram por base estas políticas e a plataforma de vídeo trabalhou com especialistas para desenvolver 10 novas regras à volta da desinformação médica e a Covid-19.

Além dos mais de 130 mil vídeos removidos em quase um ano, "também aumentámos o conteúdo com informações de alta qualidade para pessoas que pesquisam por conteúdo relacionado com o coronavírus e disponibilizámos painéis de informação localizados sobre vacinas que foram vistos milhares de milhões de vezes", acrescenta.

O YouTube afirma que trabalha "em estreita colaboração com as autoridades de saúde" e procura "equilibrar" o seu compromisso "de uma plataforma aberta com a necessidade de remover conteúdo nocivo flagrante", salienta.

"Temos visto constantemente falsas alegações sobre as vacinas contra o coronavírus espalharem-se pela desinformação sobre as vacinas em geral, e, agora, estamos num ponto em que é mais importante do que nunca expandir o trabalho que iniciámos com Covid-19 para outras vacinas".

Ou seja, "o conteúdo que alegue de forma falsa que as vacinas aprovadas são perigosas e que causam efeitos crónicos na saúde", que "alegue que as vacinas não reduzem a transmissão ou a contração da doença ou que contenha informações incorretas sobre as substâncias contidas nas vacinas, será removido", explica.

Inclui também conteúdos que afirmem falsamente que as vacinas aprovadas causam autismo, cancro ou infertilidade ou que as substâncias nas vacinas podem rastrear quem a recebe.

"As nossas políticas não cobrem apenas imunizações de rotina específicas, como para sarampo ou hepatite B, mas também se aplicam a declarações gerais sobre vacinas", sublinha o responsável.

Tal como aconteceu com as regras Covid-19 "consultámos organizações de saúde locais e internacionais e especialistas no desenvolvimento destas políticas".

A nova orientação sobre os mapas de efeitos colaterais das vacinas para os recursos públicos de vacinas é disponibilizada pelas autoridades de saúde e suportada pelo consenso médico, reforça o YouTube.

"Essas alterações entram hoje em vigor e, como acontece com qualquer atualização significativa, levará algum tempo para que os nossos sistemas a implementem totalmente", adianta.

No entanto, existem exceções nas novas diretrizes: "Dada a importância da discussão pública e do debate para o processo científico, vamos continuar a permitir conteúdo sobre as políticas de vacinas, novos ensaios de vacinas e os sucessos ou fracassos vacinais históricos no YouTube".

Além disso, os testemunhos pessoais relacionados com as vacinas também serão permitidos, "desde que o vídeo não viole outras Diretrizes da Comunidade ou que o canal não mostre um padrão de promoção de hesitação à vacina".

A atualização das políticas hoje divulgada "é um passo importante para lidar com a desinformação sobre as vacinas e a saúde na nossa plataforma, sendo que vamos continuar a investir em políticas e produtos que tragam informações de qualidade aos nossos espectadores e a toda a comunidade do YouTube", remata Neal Mohan.

C/Lusa 

Pode também gostar

O solstício de verão aconteceu ontem às 22h34 (Vídeo)

O solstício de verão aconteceu ontem às 22h34 (Vídeo)

Idade da reforma mantém-se nos 66 anos e quatro meses em 2024

Idade da reforma mantém-se nos 66 anos e quatro meses em 2024

PJ investiga ossos encontrados em estação de transferência e triagem de resíduos na Madeira

PJ investiga ossos encontrados em estação de transferência e triagem de resíduos na Madeira

Véspera de São Martinho assinalada com bacalhau, castanhas e vinho (Vídeo)

Véspera de São Martinho assinalada com bacalhau, castanhas e vinho (Vídeo)

Prolongado aviso de vento forte

Prolongado aviso de vento forte

770 milhões de euros para a Madeira

770 milhões de euros para a Madeira

Jornadas CRESCER falam sobre os benefícios das novas tecnologias (vídeo)

Jornadas CRESCER falam sobre os benefícios das novas tecnologias (vídeo)

Covid-19:  Semana de incerteza para o turismo na Madeira (Áudio)

Covid-19: Semana de incerteza para o turismo na Madeira (Áudio)

Humanos estão a boicotar o que conseguem obter dos oceanos

Humanos estão a boicotar o que conseguem obter dos oceanos

Covid-19: Mais 12 portugueses foram hoje repatriados da Venezuela

Covid-19: Mais 12 portugueses foram hoje repatriados da Venezuela

PUB

Siga-nos nas redes sociais

Siga-nos nas redes sociais

  • Aceder ao Facebook da RTP Madeira
  • Aceder ao Instagram da RTP Madeira

Instale a aplicação RTP Play

  • Descarregar da Apple Store
  • Descarregar do Google Play
  • Redes de Satélites
  • Frequências
  • Moradas e Telefones
Logo RTP RTP
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube
  • flickr
    • NOTÍCIAS
    • DESPORTO
    • TELEVISÃO
    • RÁDIO
    • RTP ARQUIVOS
    • RTP Ensina
    • RTP PLAY
      • EM DIRETO
      • REVER PROGRAMAS
    • CONCURSOS
      • Perguntas frequentes
      • Contactos
    • CONTACTOS
    • Provedora do Telespectador
    • Provedora do Ouvinte
    • ACESSIBILIDADES
    • Satélites
    • A EMPRESA
    • CONSELHO GERAL INDEPENDENTE
    • CONSELHO DE OPINIÃO
    • CONTRATO DE CONCESSÃO DO SERVIÇO PÚBLICO DE RÁDIO E TELEVISÃO
    • RGPD
      • Gestão das definições de Cookies
Política de Privacidade | Política de Cookies | Termos e Condições | Publicidade
© RTP, Rádio e Televisão de Portugal 2026