Esta informação foi hoje divulgada pela Direção Regional de Estatística da Madeira (DREM), tendo por base os resultados obtidos no Inquérito às Condições de Vida e Rendimento (ICOR) realizado em 2025.
A DREM refere que a “avaliação do estado de saúde foi feita pelos indivíduos com 16 ou mais anos, através de uma apreciação subjetiva da sua saúde em geral, considerando as componentes física, social e emocional”.
Em 2025, 48,1% dos cidadãos residentes no arquipélago, com 16 ou mais anos, fizeram uma auto apreciação do seu estado de saúde como “muito bom ou bom”, valor que representa uma diminuição de 1,4 pontos percentuais face ao ano anterior.
Por outro lado, 40,1% da população com 16 ou mais anos declarou o seu estado de saúde como sendo “razoável”, enquanto 11,8% classificou-o como “mau ou muito mau”, refere a DREM, indicando que, no conjunto do país, estas percentagens foram de 35,1% e 12,1%, respetivamente.
A prevalência de doenças crónicas ou problemas de saúde prolongados atingiu 47,5% no ano passado, mais 3,2 pontos percentuais face ao ano anterior, um valor que se manteve acima da média nacional (44,1%).
As limitações na realização das atividades consideradas habituais para a generalidade das pessoas, devido a problemas de saúde, foram referidas por 26,7% da população com 16 ou mais anos residente na região, menos 2,5 pontos percentuais do que em 2024.
Lusa