Saltar para o conteúdo
    • Notícias
    • Desporto
    • Televisão
    • Rádio
    • RTP Play
    • RTP Palco
    • Zigzag Play
    • RTP Ensina
    • RTP Arquivos
RTP Madeira
  • Notícias
  • Desporto
  • Especiais
  • Programas
  • Programação
  • + RTP Madeira
    Moradas e Telefones Frequências Redes de Satélites

NO AR
Imagem de PJ investiga um único crime informático
Sociedade 08 fev, 2022, 21:53

PJ investiga um único crime informático

A Polícia Judiciária (PJ) está a investigar um único crime informático no ciberataque à Vodafone, em colaboração com entidades internacionais, mas também com os serviços secretos, e considera «prematuro» associar este ataque a outros ocorridos recentemente.

Numa conferência de imprensa “a título excecional” para “esclarecer informação contraditória”, que decorreu na sede nacional da PJ, em Lisboa, ao início da noite, o coordenador da Unidade Nacional de Combate ao Cibercrime e à Criminalidade Tecnológica (UNC3T), Carlos Cabreiro, clarificou que o ciberataque à empresa de telecomunicações Vodafone está a ser investigado como um único ataque.

“Estamos a falar exclusivamente de um ataque informático, um crime informático. As notícias que deram conta de que existiriam outros alvos ou outros ataques informáticos sobre outras instituições não correspondem à verdade”, disse, adiantando ainda que não houve qualquer pedido de resgate.

O responsável adiantou também que todas as hipóteses estão em aberto, admitindo-se um ataque a título individual ou uma ação de grupo concertada, com ligação a ciberataques recentes em Portugal, ou não.

“Neste momento abrimos todas as hipóteses, de estarmos a falar de alguém a título individual que comete este ilícito. Neste momento é prematuro associá-lo a outros ataques que tenham ocorrido nos últimos tempos. É prematuro fazer essa associação, porque não temos esses dados, não excluímos essa hipótese, mas é prematuro fazer essa avaliação”, disse.

Os principais objetivos da investigação neste momento são perceber as motivações do ataque, a recolha de prova, “que neste caso em concreto tem especificidades e depende de alguma especialização associada ao uso das novas tecnologias”, e apurar se dados pessoais e informação confidencial foram eventualmente comprometidos.

Segundo o coordenador da UNC3T, esse trabalho “é feito em equipa”, não só em termos de cooperação internacional, envolvendo a Europol e a Interpol, por exemplo, mas também nacional, envolvendo o Centro Nacional de Cibersegurança (CNCS) e os serviços de informações do Estado.

“Este trabalho é feito em estreita cooperação com parceiros muito próximos e estamos a falar do CNCS e também os serviços de informações que fazem uma avaliação da ameaça e recolhem informação que possa pôr em causa o Estado português”, disse Carlos Cabreiro.

O responsável pela unidade de combate ao cibercrime na PJ referiu também que só a análise de indícios deixados na prática do crime, que pode ser “morosa” e de difícil interpretação, poderá permitir recolher informação para chegar aos autores e perceber as suas motivações, admitindo-se que possa ser uma questão de ego, ideológica, com objetivos de proveitos financeiros e se é um ataque individual ou uma atuação em grupo.

Só da comparação desses indícios com os que foram deixados em ciberataques recentes no país, como o do sofrido pelo grupo Impresa, por exemplo, poderá permitir perceber se o autor ou autores são os mesmos, explicou.

“Estamos numa fase inicial do ataque, do crime, na fase de recolha de informação que nos permita concretizar a motivação que está subjacente ao ataque, de onde vem, o que é possível recolher e as consequências que possam advir”, disse, referindo uma perceção na PJ que estes ataques podem ter origem noutros países e voltando a sublinhar a cooperação internacional na investigação.

Sobre o impacto em organismos do Estado e a sua resiliência a futuros ataques, Carlos Cabreiro sublinhou a importância de uma “cultura de segurança informática” que tem que começar em cada cidadão, referindo a tendência de crescimento deste tipo de crimes.

“O caminho que há a fazer é sermos cada vez mais resilientes para pôr cobro a este tipo de ataques, que não irão acabar, mas que teremos que ter a noção que têm que ser mitigados, reconhecidamente como um problema para as instituições, também do Estado”, disse.

A Vodafone assumiu hoje que foi alvo de um ciberataque na segunda-feira e disse que não tem indícios de que os dados de clientes tenham sido acedidos e/ou comprometidos, estando determinada em repor a normalidade dos serviços.

A Vodafone lamentou, através de uma nota, os transtornos causados aos clientes e informou que tem "uma equipa experiente" de profissionais de cibersegurança que, em conjunto com as autoridades competentes, está a realizar uma investigação aprofundada "para perceber e ultrapassar a situação".

A empresa disse que foi alvo de um "ciberataque deliberado e malicioso" com o objetivo de causar danos e perturbações e garantiu que assim que foi detetado o primeiro sinal de um problema na rede, agiu "de forma imediata para identificar e conter os efeitos e repor os serviços" e explica que a situação está a afetar a prestação de serviços baseados em redes de dados, nomeadamente rede 4G/5G, serviços fixos de voz, televisão, SMS e serviços de atendimento voz/digital.

C/Lusa 

Pode também gostar

Imagem de João Eládio em estreia nas rampas

João Eládio em estreia nas rampas

Imagem de Banif: PCP/Madeira quer clarificar denúncia de seguros relativos a créditos do banco

Banif: PCP/Madeira quer clarificar denúncia de seguros relativos a créditos do banco

Imagem de Reabilitação da Quinta Magnólia custa mais de três milhões

Reabilitação da Quinta Magnólia custa mais de três milhões

Imagem de Marítimo vende Pelágio ao Pafos FC

Marítimo vende Pelágio ao Pafos FC

Imagem de Daniel Ramos desmente contactos do Lille e garante estar focado no Marítimo

Daniel Ramos desmente contactos do Lille e garante estar focado no Marítimo

Imagem de Sporting apura-se para meias-finais da Taça da Liga

Sporting apura-se para meias-finais da Taça da Liga

Imagem de Voos da TAP trouxeram este domingo muitos turistas e residentes (Vídeo)

Voos da TAP trouxeram este domingo muitos turistas e residentes (Vídeo)

Imagem de Média nacional melhorou, mas maioria das escolas não chegou à positiva

Média nacional melhorou, mas maioria das escolas não chegou à positiva

Imagem de Apelos, criticas e promessas marcam campanha (áudio)

Apelos, criticas e promessas marcam campanha (áudio)

Imagem de Revolta da Madeira recordada pelo presidente do governo

Revolta da Madeira recordada pelo presidente do governo

PUB
RTP Madeira

Siga-nos nas redes sociais

Siga-nos nas redes sociais

  • Aceder ao Facebook da RTP Madeira
  • Aceder ao Instagram da RTP Madeira

Instale a aplicação RTP Play

  • Descarregar a aplicação RTP Play da Apple Store
  • Descarregar a aplicação RTP Play do Google Play
  • Redes de Satélites
  • Frequências
  • Moradas e Telefones
Logo RTP RTP
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube
  • flickr
    • NOTÍCIAS
    • DESPORTO
    • TELEVISÃO
    • RÁDIO
    • RTP ARQUIVOS
    • RTP Ensina
    • RTP PLAY
      • EM DIRETO
      • REVER PROGRAMAS
    • CONCURSOS
      • Perguntas frequentes
      • Contactos
    • CONTACTOS
    • Provedora do Telespectador
    • Provedora do Ouvinte
    • ACESSIBILIDADES
    • Satélites
    • A EMPRESA
    • CONSELHO GERAL INDEPENDENTE
    • CONSELHO DE OPINIÃO
    • CONTRATO DE CONCESSÃO DO SERVIÇO PÚBLICO DE RÁDIO E TELEVISÃO
    • RGPD
      • Gestão das definições de Cookies
Política de Privacidade | Política de Cookies | Termos e Condições | Publicidade
© RTP, Rádio e Televisão de Portugal 2026