Segundo a acusação, o arguido, portador de anomalia psíquica grave, desferiu com esse objeto vários golpes que provocaram a morte imediata à mulher.
Dadas as doenças psiquiátricas de que é portador, agravadas pelo consumo de substâncias psicoativas.
O arguido apresenta compromisso cognitivo e de juízo crítico, o que o tornou incapaz para, na altura dos factos, avaliar a ilicitude do comportamento.
O homem aguarda o julgamento em prisão preventiva , que cumpre numa unidade prisional de psiquiatria.
Caso seja considerado inimputável perigoso pelo tribunal, o arguido vai ser internado num estabelecimento de cura.
O inquérito esteve a cargo da unidade de Santa Cruz, do DIAP da Madeira, coadjuvado pela Polícia Judiciária e que contou ainda com a colaboração da PSP e GNR.