Radicado na Madeira, em 1973, veio a ocupar o lugar de professor da Escola Secundária da Ribeira Brava e na comissão diretiva do Museu da Quinta das Cruzes. Concluiu o curso de Escultura, em 1974, na então Academia de Música e Belas Artes da Madeira, mas teve de abandonar a Madeira um ano e pouco depois, na sequência da conturbada situação regional após o 25 de Abril de 1974.
Fez várias obras, uma das últimas foi a estátua da “A Professora”, em homenagem a todos os professores e educadores, no Funchal.
A Câmara de Oeiras decidiu atribuir o nome do escultor Francisco Simões a um arruamento do concelho, prestando homenagem a uma das figuras de referência da arte contemporânea portuguesa.
O escultor também esteve ligado ao Partido Comunista Português.