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Imagem de Moderna arrancou com testes em crianças
Sociedade 16 mar, 2021, 22:13

Moderna arrancou com testes em crianças

A empresa norte-americana Moderna anunciou hoje que começou a testar a sua vacina contra a covid-19 em milhares de crianças dos seis meses aos 11 anos de idade, um novo passo considerado necessário para pôr fim à pandemia.

Embora as crianças representem uma grande proporção da população, são menos suscetíveis de sofrer casos graves da doença, e as crianças mais pequenas são menos suscetíveis de a transmitir.

A vacinação de crianças não tem sido, portanto, uma prioridade.

Atualmente, a vacina contra a covid-19 da Pfizer é aprovada para pessoas com 16 anos ou mais e as da Moderna e Johnson & Johnson’s para pessoas com 18 anos ou mais.

As três empresas norte-americanas já começaram, em alguns casos há vários meses, ensaios clínicos para testar as vacinas em adolescentes (a partir dos 12 anos de idade).

A AstraZeneca, por seu lado, está a estudar o efeito da sua vacina em crianças a partir dos 6 anos de idade.

A Moderna estima ter 6.750 crianças e bebés em ensaios clínicos nos Estados Unidos e Canadá, que serão seguidas durante 12 meses após a segunda toma do imunizante.

O número é menor do que as dezenas de milhares de voluntários para os ensaios em adultos, porque o foco é determinar qual a melhor dosagem para as crianças, dizem os especialistas.

O mecanismo da própria vacina, bem como a sua segurança, já foi estudado, acrescentam.

Segundo o imunologista Anthony Fauci, as crianças norte-americanas com menos de 12 anos "muito provavelmente" poderão ser vacinadas no início de 2022.

Por seu lado, a presidente da Academia Norte-Americana de Pediatria, Lee Savio Beers, considerou a vacinação de crianças de "alta prioridade".

"Crianças com menos de 10 anos transmitem menos o vírus, mas isso não significa que não o transmitam de todo", inclusive a pessoas em risco, argumentou.

E "mesmo que seja menos provável que fiquem gravemente doentes, também podem ficar gravemente doentes", incluindo por vezes durante vários meses, disse, recordando que foram registadas várias centenas de mortes de crianças.

Além disso, são "desproporcionadamente afetados" por algumas das consequências da pandemia, tais como o encerramento de escolas.

"Quanto mais pessoas pudermos vacinar, melhor", disse Henry Bernstein, professor de pediatria.

C/Lusa 

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