Em comunicado, a APRAM indica que o contrato teve início em 1 de junho, sendo válido por 15 anos, e “implica um investimento alargado na requalificação da marina, contemplando intervenções na zona seca e na zona molhada, a criação de lojas dedicadas às atividades náuticas e a reconstrução do estaleiro”.
A infraestrutura passa a ser gerido pela empresa Marina PXO – Atividades Náuticas S.A, que ganhou o concurso público internacional com uma proposta cerca de duas vezes superior ao valor base proposto.
Citado na nota, o secretário regional da Economia, José Manuel Rodrigues, que tem a tutela dos portos, destaca que a formalização do contrato de concessão “representa um novo ciclo para a Marina do Porto Santo, elevando a sua competitividade, qualidade e capacidade de atrair embarcações durante todo o ano”.
A presidente do conselho de administração da APRAM, Paula Cabaço, sublinha que “o objetivo é reforçar movimento no inverno, captar embarcações de longa permanência e transformar a marina num ativo estratégico para a economia porto-santense”.
Lusa