Saltar para o conteúdo
    • Notícias
    • Desporto
    • Televisão
    • Rádio
    • RTP Play
    • RTP Palco
    • RTP Zig Zag
    • RTP Ensina
    • RTP Arquivos
RTP Madeira
  • Notícias
  • Desporto
  • Especiais
  • Programas
  • Programação
  • + RTP Madeira
    Moradas e Telefones Frequências Redes de Satélites

NO AR
Mais de 300 mortos em manifestações desde 2002 na Venezuela
Sociedade 12 abr, 2022, 12:56

Mais de 300 mortos em manifestações desde 2002 na Venezuela

Uma organização não-governamental (ONG) venezuelana denunciou hoje que pelo menos 320 pessoas foram assassinadas no país, desde abril de 2002, durante manifestações.

“O projeto bolivariano, que reivindicava o direito à manifestação pacífica, não só afinou os mecanismos legais para restringir o seu exercício, mas também, na fase mais recente, aumentou dramaticamente a letalidade exercida contra quem exprime descontentamento nas ruas”, afirmou, em comunicado, o Programa Venezuelano de Educação e Ação em Direitos Humanos (Provea).

A denúncia surgiu quando se completam 20 anos dos violentos acontecimentos de 11 de abril de 2002, em Caracas, que afastaram temporariamente o então Presidente Hugo Chávez, indicou a ONG.

O registo incluiu os dados das vítimas até dezembro de 2020, período durante o qual 9.138 pessoas foram feridas em manifestações no país.

“Decorreram 20 anos. Um ciclo de insurreição que deixou um número trágico de mortos e feridos, e concluiu com a rutura da ordem democrática e a posterior restituição de Hugo Chávez no poder. O 11 de Abril (de 2002) marcou o início de um processo prolongado de criminalização e obstrução do exercício dos direitos de associação, reunião e manifestação pacífica, que se mantém e ganhou força”, explicou.

A Provea indicou que “a criação de zonas de exclusão para dificultar o exercício do direito de reunião e associação pacífica é hoje um dos legados mais negativos da administração de Hugo Chávez, agora continuado por Nicolás Maduro”, atual Presidente venezuelano.

“Depois dos acontecimentos de abril de 2002, começou a levantar-se um muro para impedir que manifestações convocadas por setores da oposição venezuelana pudessem dirigir-se às sedes de instituições governamentais como o Palácio Miraflores, a Assembleia Nacional e outros espaços”, adiantou.

Para a ONG, “esta lógica de exclusão foi reforçada por uma campanha agressiva e permanente de criminalização dirigida a semear no imaginário popular a ideia de que qualquer manifestação dirigida às principais sedes do governo do país tinha como propósito gerar o caos e promover um golpe de Estado, daí que qualquer resposta repressiva e autoritária era válida para conter tal situação”.

Em 2002, a Lei Orgânica de Segurança da Nação foi reforçada, ampliando as zonas de segurança e proibindo a realização de assembleias, greves ou manifestações, pelo que “já não só os opositores foram alvo da exclusão e penalização por exercer os seus direitos”, os “trabalhadores, camponeses e ativistas” passaram a ser as principais vítimas da judicialização dos protestos e criminalização do exercício dos direitos constitucionais”, salientou.

“Pelo menos 150 dirigentes sindicais converteram-se em presos ou perseguidos políticos”, devido à aplicação de várias leis, tendo como justificação a “defesa dos interesses da nação”, acrescentou.

Por outro lado, a reforma do Código Penal, em 2005, levou à ilegalização dos encerramentos de rua por manifestantes, criminalizou a obstrução da distribuição de bens de primeira necessidade e tem sido aplicada contra os manifestantes.

A legislação passou a penalizar qualquer conduta que afete o consumo de alimentos ou produtos com preços regulados, o que tem impedido greves nas empresas estatais, explicou.

Já em 2009, a reforma da Lei das Forças Armadas Bolivarianas, introduziu a figura dos “corpos combatentes” dentro das empresas estatais e privadas, uma tendência que impulsionou “milícias operárias”.

Em maio passado, foi reforçada da criminalização dos protestos com a promulgação da Lei Orgânica contra a Criminalidade Organizada e Financiamento do Terrorismo, lembrou.

Em 2014, o então presidente da Câmara Municipal de Libertador (centro), Jorge Rodríguez, decretou a cidade de Caracas “zona livre do fascismo” e desde então nenhuma manifestação opositora foi autorizada a transitar livremente.

A ONG acrescentou que, desde 2002, cada ciclo importante de protestos tem sido acompanhado por um aumento dos padrões repressivos que envolvem o uso excessivo da força e a presença de civis armados para atacar manifestações, cada vez mais frequente.

Lusa

Pode também gostar

Lares da Região reforçados com mais 143 camas (áudio)

Lares da Região reforçados com mais 143 camas (áudio)

Sequelas de uma aluvião sem memória (vídeo)

Sequelas de uma aluvião sem memória (vídeo)

Estudo revela que a população do Imaculado Coração de Maria faz pouca atividade física e come pouca fruta

Estudo revela que a população do Imaculado Coração de Maria faz pouca atividade física e come pouca fruta

Governo da Madeira elaborou seis planos de gestão florestal para 40% do território

Governo da Madeira elaborou seis planos de gestão florestal para 40% do território

Missa do galo na Camacha juntou centenas de pessoas no Natal (vídeo)

Missa do galo na Camacha juntou centenas de pessoas no Natal (vídeo)

Horários do Funchal com canal no WhatsApp a partir de hoje

Horários do Funchal com canal no WhatsApp a partir de hoje

Mais de 95% das crianças de 7 a 17 anos com as duas doses da vacina do sarampo em 2016

Mais de 95% das crianças de 7 a 17 anos com as duas doses da vacina do sarampo em 2016

Madeira oferece ao mundo um espetáculo memorável (vídeo)

Madeira oferece ao mundo um espetáculo memorável (vídeo)

GNR desmantela esquema de burla com empréstimos através da internet

GNR desmantela esquema de burla com empréstimos através da internet

Alteração dos locais de atendimento para licenciamento de armas e explosivos

Alteração dos locais de atendimento para licenciamento de armas e explosivos

PUB

Siga-nos nas redes sociais

Siga-nos nas redes sociais

  • Aceder ao Facebook da RTP Madeira
  • Aceder ao Instagram da RTP Madeira

Instale a aplicação RTP Play

  • Descarregar da Apple Store
  • Descarregar do Google Play
  • Redes de Satélites
  • Frequências
  • Moradas e Telefones
Logo RTP RTP
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube
  • flickr
    • NOTÍCIAS
    • DESPORTO
    • TELEVISÃO
    • RÁDIO
    • RTP ARQUIVOS
    • RTP Ensina
    • RTP PLAY
      • EM DIRETO
      • REVER PROGRAMAS
    • CONCURSOS
      • Perguntas frequentes
      • Contactos
    • CONTACTOS
    • Provedora do Telespectador
    • Provedora do Ouvinte
    • ACESSIBILIDADES
    • Satélites
    • A EMPRESA
    • CONSELHO GERAL INDEPENDENTE
    • CONSELHO DE OPINIÃO
    • CONTRATO DE CONCESSÃO DO SERVIÇO PÚBLICO DE RÁDIO E TELEVISÃO
    • RGPD
      • Gestão das definições de Cookies
Política de Privacidade | Política de Cookies | Termos e Condições | Publicidade
© RTP, Rádio e Televisão de Portugal 2026