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Sociedade 02 mai, 2019, 15:53

Mais de 2.000 produtos alimentares com menos sal, açúcar e ácidos gordos até 2022

Mais de 2.000 produtos alimentares, entre refrigerantes, cereais de pequeno almoço, leites com chocolate e batatas fritas vão ser reformulados para reduzir os teores de açúcar, sal e ácidos gordos até 2022.

O acordo com a indústria alimentar e distribuição, que vai ser hoje assinado pela Direção-Geral da Saúde e, segundo o jornal Público, abrange mais de 2.000 produtos, prevê uma redução de 10% no teor de açúcar dos cereais de pequeno almoço, iogurtes, leites fermentados, leite com chocolate e refrigerantes e uma redução de 7% para os néctares de fruta.

“Pretende-se que as pessoas tenham acesso a alimentos saudáveis de uma forma mais facilitada”, disse à Lusa a secretária de Estado da Saúde, Raquel Duarte, explicando que os alimentos a reformular foram selecionados através dos inquéritos alimentares nacionais e com a Comissão Europeia.

A governante explicou também que foram identificados "não só os alimentos que mais contribuem para a ingestão de açúcar, sal e ácidos gordos, mas também os que eram maioritariamente consumidos pelos grupos mais vulneráveis como crianças e adolescentes”.

Raquel Duarte disse que a redução no teor de sal, que abrange batatas fritas e outros ‘snacks’, pão, cereais de pequeno almoço, sopas prontas, refeições prontas e pizzas, atinge os 10%, mas há valores específicos: “No sal pretende-se atingir um grama de sal por 100 gramas de pão e nos cereais de pequeno almoço os 10% de redução”.

A redução dos teores de ácidos gordos trans abrange as gorduras industriais utilizadas para o fabrico de produtos alimentares.

Raquel Duarte sublinhou a importância do acordo a assinar hoje, que apelida de “inédito”, não só pela sua dimensão como pela avaliação que irá ser feita.

“O acordo é inédito, pelo modelo de avaliação: o que se pretende é que esta reformulação dos alimentos alimentares seja avaliada e monitorizada de forma independente e externa [Nielsen, Instituto Ricardo Jorge e DGS), pelo número de categorias de produtos alimentares abrangidos e pelas associações do setor envolvidas”, considerou a secretária de Estado da Saúde.

O acordo inclui a Federação das Indústrias Portuguesas Agro-Alimentares, a Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição e associações nacionais da indústria de laticínios, de comerciantes de produtos alimentares, a associação portuguesa de produtores de cereais, de óleos alimentares, margarinas e derivados, entre outras.

De fora dos alimentos a reformular ficaram, por exemplo, as bolachas, biscoitos e produtos de charcutaria, uma situação que a governante explica com as dificuldades técnicas para estas alterações, sobretudo por causa da conservação e manutenção dos alimentos.

“Alguns tipos de alimentos, sobretudo na charcutaria, levantavam problemas técnicos de produção e manutenção e o que se previu foi que continuamos a trabalhar com a indústria e a própria indústria está a encontrar alternativas para ter alimentos com bom sabor e apelativos”, afirmou.

A modificação dos teores de sal, açúcar e gorduras trans dos produtos alimentares é uma medida da estratégia Integrada para a promoção da Alimentação Saudável.

C/ LUSA

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