O setor da construção concentrou o maior número de acidentes (22,1% do total), seguindo-se as áreas do alojamento e restauração (16%) e reparação de automóveis e motociclos, com 14,5%.
O setor das indústrias transformadoras foi o que registou o maior aumento face a 2023 (mais 55 acidentes), refere a DREM, acrescentando que, em oposição, a área da construção registou a maior diminuição, menos 116 acidentes (-11,2% do que em 2023).
A maior parte dos acidentes envolveu homens (70,6% do total) e pessoas entre 35 e 54 anos de idade (51,8%).
“Quanto às consequências dos acidentes, constata-se que as feridas e lesões superficiais e as deslocações, entorses e distensões foram as que mais se evidenciaram, cujo peso no total, em 2024, fixou-se em 46,2% e 34%, respetivamente”, assinala a DREM na informação hoje divulgada.
Lusa