O número foi avançado à Antena 1 por Júlio Nóbrega, diretor clínico do Serviço de Saúde da Madeira.
A falta de camas para internamento faz acumular doentes agudos no corredor da urgência, o que dificulta o trabalho. Júlio Nóbrega reconhece que a situação está longe de ser a ideal.
O problema das altas problemáticas está a agravar-se desde o início do ano. Em janeiro rondava as 230 pessoas, agora aumentou para 250.