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Ensino do português deu um salto qualitativo e em números na Venezuela
Sociedade 02 dez, 2022, 20:36

Ensino do português deu um salto qualitativo e em números na Venezuela

O ensino da língua portuguesa deu “um salto qualitativo” na Venezuela, onde registou um crescimento no número de estudantes, devendo ultrapassar em breve a meta de 10.000 alunos, disse o embaixador de Portugal em Caracas.

“Gostaria de partilhar convosco (…) a alegria que me dá constatar o crescimento e a expansão que o ensino da língua portuguesa tem tido nos últimos anos neste país”, disse o diplomata.
João Pedro Fins do Lago falava em Caracas, durante as celebrações do 37.º aniversário da Fundação Instituto Português de Cultura (IPC), durante as quais foi renovado o protocolo de cooperação com o Camões – Instituto da Cooperação e da Língua e que incluiu um concerto de fados com artistas luso-venezuelanos.
“Para além do crescimento, que se traduz em números, houve um salto qualitativo [no ensino da língua]. O português já não é uma língua ensinada apenas no seio da comunidade portuguesa, mas passou igualmente a ser estudada um pouco por todo este país, pelos venezuelanos”, disse o diplomata.
João Pedro Fins do Lago precisou que atualmente há mais de 9.500 alunos de língua portuguesa em toda a Venezuela, dos quais aproximadamente 8.900 no ensino oficial, distribuídos por mais de 30 escolas, e cerca de 110 alunos têm aulas de português em regime extracurricular nas escolas venezuelanas.
“Destaco também a importância que as associações da nossa comunidade têm no ensino desta língua. Esta casa [Centro Português] em que estamos é, de resto, bom exemplo disso. Nelas, mais de 470 alunos aprendem a língua de Camões e de Fernando Pessoa”, disse.
O diplomata vincou: “Nunca antes tínhamos chegado tão longe em termos do número de alunos e de escolas onde se ensina o português. São números que nos dão a confiança de que em breve alcançaremos a meta nunca antes ultrapassada dos 10.000 alunos de português aqui na Venezuela”.
“E não é apenas no centralismo urbano das cidades, como Caracas e Maracay, mas também noutras e mais remotas regiões do país”, frisou.
Por outro lado, o diplomata alertou que “o número crescente de escolas interessadas na oferta da língua portuguesa exige planificação e muito trabalho junto das instituições de educação venezuelanas, sobretudo para a seleção de professores e para a elaboração de programas de ensino, já que o objetivo é que o ensino da língua portuguesa seja massificado por toda a Venezuela”.
“Para esse efeito, a difusão da língua portuguesa também deverá passar por um aumento do número de professores e de universidades venezuelanas que sejam capazes de abrir cursos de formação na área de português. Com mais professores, teremos certamente mais alunos de língua portuguesa e maior presença de Portugal nestas terras”, disse o embaixador.
O diplomata frisou que além da coordenação do ensino, a expansão local da língua portuguesa “muito deve às instituições da comunidade”, destacando o “particular contributo do IPC”.
“Na cidade de Clarins, estado de Anzoátegui, na escola Pedro António Medina, cerca de 650 alunos estudam a língua portuguesa. Esse feito deve-se ao IPC, em colaboração com a coordenação do ensino”, disse.
Segundo o embaixador, o IPC “é uma referência importante na divulgação” local da cultura e é “responsável” pela organização de atividades, celebração de efemérides, incluindo o 25 de Abril.
“A importância dessa data fundadora do atual regime democrático português reveste-se da maior importância não só para portugueses e lusodescendentes, mas também para a Venezuela. Lembra-nos que é possível mudar, construindo um país melhor sem derramar sangue”, disse João Pedro Fins do Lago.
Por outro lado, o presidente do IPC, Fernando Campos, destacou a “visão extraordinária” de Daniel Morais ao criar aquele organismo.
Recordou, entre outros, que o objetivo é divulgar a cultura e língua portuguesa e os valores musicais e literários não só aos portugueses e descendentes, mas muito particularmente à sociedade venezuelana.
“É uma tarefa que não tem sido fácil. A cultura, a nosso entender, não se vende, divulga-se, disponibiliza-se gratuitamente para todos e essa é e continuará a ser a nossa premissa”, frisou Fernando Campos.
Lusa

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