Frederico Silva, em entrevista à rádio, descreve o trabalho que está a ser realizado em parceria com outras entidades.
A reconstrução e o recomeço na Venezuela são lentos. Muitos dos portugueses e lusodescendentes que ficaram sem lugar para viver estão em casas de familiares e em abrigos temporários.
O embaixador de Portugal em Caracas tem acompanhado em permanência a situação dos portugueses e lusodescendentes na Venezuela, que foram afetados pelos fortes sismos. Em entrevista à rádio assume que não tem testemunhado o desejo de regresso a Portugal.
Os fortes sismos registados na Venezuela, no dia 24 de junho, provocaram a morte de 134 portugueses e lusodescendentes. Há ainda 12 desaparecidos, de acordo com o balanço avançado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros.
O número de mortos situa-se nos 5.546. São os dados oficias mais recentes e o número de feridos mantém-se em 16.740.