Saltar para o conteúdo
    • Notícias
    • Desporto
    • Televisão
    • Rádio
    • RTP Play
    • RTP Palco
    • RTP Zig Zag
    • RTP Ensina
    • RTP Arquivos
RTP Madeira
  • Notícias
  • Desporto
  • Especiais
  • Programas
  • Programação
  • + RTP Madeira
    Moradas e Telefones Frequências Redes de Satélites

NO AR
Covid-19: Marcelo pede convergência e o diálogo para superar crise económica
Sociedade 02 out, 2020, 12:27

Covid-19: Marcelo pede convergência e o diálogo para superar crise económica

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, apontou como desafio nacional para enfrentar a crise causada pandemia a "convergência" e o "diálogo", advertindo que os "cidadãos não perdoam guerras" em período de "emergência".

"Os cidadãos não perdoam guerras neste período de emergência. Que se sobreponham interesses particulares, privados, setoriais, de uma ou de outra instituição àquilo que deve ser o interesse comum", afirmou o Chefe de Estado na abertura do Fórum La Toja, a decorrer até sábado na ilha de La Toja, em Pontevedra, na Galiza, Espanha.

O Presidente da República avisou que as crises económicas "não conhecem conveniências táticas ou setoriais" e defendeu "um verdadeiro compromisso dos que estão na vida pública e no serviço público".

"E somos todos mobilizados. Isso é o interesse coletivo visto de várias maneiras. Com pluralismo mas o interesse coletivo, com diversidade mas interesse coletivo. Não o egoísmo, o interesse coletivo, o desprendimento, a disponibilidade, o olhar para as pessoas primeiro, para as pessoas de carne e osso. É por isso que os políticos são políticos, os médicos são médicos, que os professores são professor, empresários são empresários, e os trabalhadores são trabalhadores", referiu.

Marcelo Rebelo de Sousa disse ser necessário equilibrar "a defesa da vida e da saúde com a abertura económica e social", por considerar que "sem defesa da vida e da saúde não há recuperação económica e social".

"É um equilibro difícil para o todos. Políticos, empresários, trabalhadores, cidadãos. Mas é o equilíbrio na emergência e nesta emergência é importante que se respeite o pluralismo e a diferença, mas se procure a convergência e o diálogo no que é essencial, nos símbolos da unidade, os chefes de estado de qualidade, os chefes de estado e as instituições políticas e democráticas, todas elas, a nível nacional, regional e local", sustentou.

Avisou que são precisos planos de recuperação a "médio e longo prazo" porque a pandemia de Covid-19 "pode durar mais seis meses".

"Ou menos ou mais, não sabemos, mas a crise económica e social vai durar anos, e os anos exigem planos europeus e nacionais a olhar para médio e longo prazo. É mentira dizer que se resolve a situação económica e social em seis meses, uma ano, ou dois anos. Ou não se resolver naquilo que é estrutural".

Falando na presença do Rei de Espanha, Felipe VI, Marcelo disse que a pandemia veio trazer "uma oportunidade única para resolver problemas estruturais".

"O que falhou nos sistemas de saúde, nos sistemas sociais, o que falhou na coordenação entre saúde e segurança social, o que falhou na ligação nacional, regional e local. O que foi lento na resposta das instituições. Aquilo que chegou, mas chegou tarde não pode voltar a chegar tarde (…) Temos de aprender com as lições do que correu bem mas também com o correu mal", adiantou.

"Temos de criar permanentemente uma mobilização popular por estas causas que são de todos. Não há democracias com unicidades (…). A democracia exige alternativas, mas é muito importante falar claro aos nossos concidadãos, falar claro e a tempo aos nossos concidadãos, explicar as dificuldades, os sucessos e os erros, os avanços e recuos que eles compreendem porque também os têm nas suas vidas. Nas suas famílias, nas suas escolas, nos seus lares, nas suas empresas. Existem em toda a parte", reforçou o Chefe de Estado.

Para essa "mobilização popular" Marcelo Rebelo de Sousa apelou a discursos "positivos" e não "demagógicos".

"Ninguém se bate por uma causa que não seja mobilizadora. Ninguém se bate por uma mera afirmação negativa. Os povos batem-se por objetivos, por ideais, sabendo que são difíceis, sabendo que não são atingíveis de imediato, sabendo que vão sofrer meses, na pandemia e anos na economia e na sociedade mas oferendo caminhos, para promover o emprego ou estabilizar o emprego num período de transição para o arranque económico", afirmou.

"Explicando o que faz para estimular empresas para que possam sobreviver até a um maior arranque económico, criando um espírito de estabilidade mas, ao mesmo tempo, de motivação mas não demagógica, não prometendo mais do que aquilo que se pode prometer, não pensando em eleições porque as pandemias não conhecem ciclos eleitorais", observou.

No final do discurso, de quase meia hora, disse que o fórum que está a decorrer na Galiza "acredita na pessoa humana e alertou: "Temos oportunidade única, dramática mas única para mostramos como o nosso compromisso é com as pessoas".

C/Lusa 

Pode também gostar

Nos próximos 20 anos poderá haver um aumento de 20 a 30% dos casos de cancro em Portugal

Nos próximos 20 anos poderá haver um aumento de 20 a 30% dos casos de cancro em Portugal

JPP considera que tem havido desinvestimento nas forças de segurança (áudio)

JPP considera que tem havido desinvestimento nas forças de segurança (áudio)

Covid-19: OMS recomenda uso de máscaras de tecido quando é difícil manter distanciamento

Covid-19: OMS recomenda uso de máscaras de tecido quando é difícil manter distanciamento

Câmara de Lobos tem uma nova unidade de turismo rural

Câmara de Lobos tem uma nova unidade de turismo rural

Porto Moniz e Funchal são os únicos municípios da Madeira que integram a Plataforma ODSlocal (Áudio)

Porto Moniz e Funchal são os únicos municípios da Madeira que integram a Plataforma ODSlocal (Áudio)

Federação espanhola demite selecionador Jorge Vilda após título mundial feminino

Federação espanhola demite selecionador Jorge Vilda após título mundial feminino

Navio com mais de 800 migrantes atracou num porto italiano

Navio com mais de 800 migrantes atracou num porto italiano

Covid-19: EUA com 832 mortos e 60.207 novos casos nas últimas 24 horas

Covid-19: EUA com 832 mortos e 60.207 novos casos nas últimas 24 horas

Altice vai criar 80 postos de trabalho na Madeira

Altice vai criar 80 postos de trabalho na Madeira

Pedidos de ajuda no Banco Alimentar aumentaram (Áudio)

Pedidos de ajuda no Banco Alimentar aumentaram (Áudio)

PUB

Siga-nos nas redes sociais

Siga-nos nas redes sociais

  • Aceder ao Facebook da RTP Madeira
  • Aceder ao Instagram da RTP Madeira

Instale a aplicação RTP Play

  • Descarregar da Apple Store
  • Descarregar do Google Play
  • Redes de Satélites
  • Frequências
  • Moradas e Telefones
Logo RTP RTP
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube
  • flickr
    • NOTÍCIAS
    • DESPORTO
    • TELEVISÃO
    • RÁDIO
    • RTP ARQUIVOS
    • RTP Ensina
    • RTP PLAY
      • EM DIRETO
      • REVER PROGRAMAS
    • CONCURSOS
      • Perguntas frequentes
      • Contactos
    • CONTACTOS
    • Provedora do Telespectador
    • Provedora do Ouvinte
    • ACESSIBILIDADES
    • Satélites
    • A EMPRESA
    • CONSELHO GERAL INDEPENDENTE
    • CONSELHO DE OPINIÃO
    • CONTRATO DE CONCESSÃO DO SERVIÇO PÚBLICO DE RÁDIO E TELEVISÃO
    • RGPD
      • Gestão das definições de Cookies
Política de Privacidade | Política de Cookies | Termos e Condições | Publicidade
© RTP, Rádio e Televisão de Portugal 2026