“A soberania, a segurança e a integridade territorial do Irão devem ser respeitadas”, afirmou o Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês num comunicado citado pela agência de notícias norte-americana The Associated Press (AP).
Pequim pediu “o cessar imediato das ações militares e que não haja uma maior escalada de uma situação tensa”.
Apelou também à “retoma do diálogo e da negociação” e dos esforços para “manter a paz e a estabilidade no Médio Oriente”, segundo o comunicado também citado pela agência de notícias espanhola Europa Press (EP).
A China é um dos cinco membros permanentes do Conselho de Segurança das Nações Unidas, que se vai reunir ainda hoje de emergência para analisar a situação no Irão.
Os restantes membros permanentes, com direito de veto, são Estados Unidos, França, Reino Unido e Rússia.
Os atuais membros não-permanentes são Bahrein, Colômbia, República Democrática do Congo, Dinamarca, Grécia, Letónia, Libéria, Paquistão, Panamá e Somália.
Israel e os Estados Unidos lançaram hoje uma série de bombardeamentos contra o Irão com o objetivo declarado de forçar uma mudança de regime.
O Irão respondeu com ataques sobre Israel e contra as bases militares dos Estados Unidos na região.
Lusa