Saltar para o conteúdo
    • Notícias
    • Desporto
    • Televisão
    • Rádio
    • RTP Play
    • RTP Palco
    • RTP Zig Zag
    • RTP Ensina
    • RTP Arquivos
RTP Madeira
  • Notícias
  • Desporto
  • Especiais
  • Programas
  • Programação
  • + RTP Madeira
    Moradas e Telefones Frequências Redes de Satélites

NO AR
Cerca de 14% dos portugueses pagaram para aceder a conteúdos «online» ilegais
Sociedade 15 jun, 2023, 16:06

Cerca de 14% dos portugueses pagaram para aceder a conteúdos «online» ilegais

Cerca de 14% dos portugueses admitiu ter utilizado intencionalmente fontes ilegais para aceder a conteúdos protegidos, tendo 87% dos inquiridos dito que prefere optar por fontes legais quando disponíveis a preços acessíveis, segundo um estudo europeu hoje divulgado.

As conclusões são do estudo “Cidadãos Europeus e Propriedade Intelectual: Perceção, Tomada de Consciência e Comportamento”, divulgado hoje pelo Instituto da Propriedade Intelectual da União Europeia (EUIPO) e que envolveu 25.824 entrevistas em 27 Estados-membros (incluindo 1.020 em Portugal), entre 30 de janeiro e 15 de fevereiro.

A nível europeu, a percentagem da população que pagou nos 12 meses anteriores ao inquérito para aceder a conteúdos de forma ilegal foi igual, com também 14% a admitir que o fez, ainda que uma percentagem menor – 80% – afirme que prefere “utilizar fontes legais para aceder a conteúdos em linha em vez de optar por uma alternativa ilegal, se estiver disponível uma opção legal a preços acessíveis”.

Entre as boas práticas analisadas pelo estudo, 38% dos portugueses questionaram-se se o acesso a alguma plataforma era legal ou não (31% a nível europeu) e 36% procuraram saber a legalidade de uma fonte a que acediam para consumir conteúdos (27% a nível europeu).

A principal razão para os portugueses abandonarem a descarga de conteúdos de fontes ilegais prendeu-se com as consequências para “músicos, escritores, artistas e criadores”, com 53% a justificarem a paragem destas práticas em Portugal – contra 40% na Europa.

Já preços acessíveis e a disponibilidade em vias legais foram responsáveis por, respetivamente 21% e 16% dos portugueses e 27% e 44% dos europeus deixarem de realizar descargas ilegais.

Cerca de 92% dos portugueses admitiu entender a expressão “propriedade intelectual” de forma boa ou muito boa, sendo o país com melhor resultado neste indicador, a par da Hungria, contra um entendimento médio de 83% nos 27.

Entre os principais beneficiados pela proteção da propriedade intelectual, 62% dos portugueses e 54% dos europeus apontaram os artistas performativos, como músicos, cantores ou atores, seguindo-se os criadores de conteúdos artísticos (fotógrafos, escultores, pintores, autores, escritores ou realizadores), com 54% em Portugal e 52% na UE.

Já os inventores completam o ‘pódio’, com 36% dos portugueses e 38% dos cidadãos da UE a considerarem que estes estão entre os principais beneficiados.

Quanto aos efeitos da compra de produtos contrafeitos, 84% dos portugueses e 83% dos europeus consideram que apoia comportamentos pouco éticos, 81% dos portugueses e 80% dos europeus dizem que apoia organizações criminosas e 80% dos portugueses e 78% dos europeus entendem que perturba negócios e postos de trabalho.

Assim, 11% dos portugueses dizem ter comprado material contrafeito nos 12 meses anteriores ao inquérito, abaixo dos 13% a nível europeu.

Entre as principais razões para o fazerem, a nível nacional, 43% dizem entender os danos causados juntos dos produtores dos originais, 36% apontam que estariam a apoiar organizações criminosas e 32% remetem para o risco de se estarem a expor a problemas de segurança ou de saúde junto destes produtos, contra, respetivamente, 33%, 36% e 34% a nível europeu.

Lusa

Pode também gostar

Marcelo promulga carreiras especiais de informática da administração pública

Marcelo promulga carreiras especiais de informática da administração pública

Açores com 31 novos casos de infeção

Açores com 31 novos casos de infeção

Fiéis rezaram pelas vítimas dos abusos sexuais na Igreja (áudio)

Fiéis rezaram pelas vítimas dos abusos sexuais na Igreja (áudio)

Capela custa 400 mil euros (áudio)

Capela custa 400 mil euros (áudio)

Aeroporto de Bruxelas encerra espaço aéreo devido à presença de drones

Aeroporto de Bruxelas encerra espaço aéreo devido à presença de drones

Rita Andrade já conhece as principais áreas de trabalho (áudio)

Rita Andrade já conhece as principais áreas de trabalho (áudio)

Não há novos casos de Covid-19 na Madeira

Não há novos casos de Covid-19 na Madeira

Parlamento do Mercosul anuncia envio de missão à fronteira do Brasil com a Venezuela

Parlamento do Mercosul anuncia envio de missão à fronteira do Brasil com a Venezuela

Ministro da Educação salienta cidadania e rejeita escola como espaço de silêncio

Ministro da Educação salienta cidadania e rejeita escola como espaço de silêncio

Presidente da República destaca `qualidades humanas e morais` do novo bispo do Funchal

Presidente da República destaca `qualidades humanas e morais` do novo bispo do Funchal

PUB

Siga-nos nas redes sociais

Siga-nos nas redes sociais

  • Aceder ao Facebook da RTP Madeira
  • Aceder ao Instagram da RTP Madeira

Instale a aplicação RTP Play

  • Descarregar da Apple Store
  • Descarregar do Google Play
  • Redes de Satélites
  • Frequências
  • Moradas e Telefones
Logo RTP RTP
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube
  • flickr
    • NOTÍCIAS
    • DESPORTO
    • TELEVISÃO
    • RÁDIO
    • RTP ARQUIVOS
    • RTP Ensina
    • RTP PLAY
      • EM DIRETO
      • REVER PROGRAMAS
    • CONCURSOS
      • Perguntas frequentes
      • Contactos
    • CONTACTOS
    • Provedora do Telespectador
    • Provedora do Ouvinte
    • ACESSIBILIDADES
    • Satélites
    • A EMPRESA
    • CONSELHO GERAL INDEPENDENTE
    • CONSELHO DE OPINIÃO
    • CONTRATO DE CONCESSÃO DO SERVIÇO PÚBLICO DE RÁDIO E TELEVISÃO
    • RGPD
      • Gestão das definições de Cookies
Política de Privacidade | Política de Cookies | Termos e Condições | Publicidade
© RTP, Rádio e Televisão de Portugal 2026