Saltar para o conteúdo
    • Notícias
    • Desporto
    • Televisão
    • Rádio
    • RTP Play
    • RTP Palco
    • RTP Zig Zag
    • RTP Ensina
    • RTP Arquivos
RTP Madeira
  • Notícias
  • Desporto
  • Especiais
  • Programas
  • Programação
  • + RTP Madeira
    Moradas e Telefones Frequências Redes de Satélites
RÁDIO • RTP Antena 3 Madeira

RÁDIO • RTP Antena 1 Madeira

TV • RTP Madeira

“Boom” de partos de venezuelanas no Brasil preocupa hospitais
Sociedade 09 mar, 2018, 11:06

“Boom” de partos de venezuelanas no Brasil preocupa hospitais

O número de partos de imigrantes venezuelanas duplicou no espaço de um ano na maternidade pública da Boa Vista, capital do estado fronteiriço de Roraima, no norte do Brasil

As estatísticas preocupam os hospitais: "Estas pacientes nunca permanecem apenas um ou dois dias. Existem muitos bébés prematuros e mães diabéticas", explica à AFP o diretor do hospital, Luiz Gustavo Araujo.

Em 2017, o mesmo estabelecimento recebeu 572 mulheres venezuelanas. Em 2016 havia recebido 288.

Em janeiro, 74 mulheres venezuelanas deram à luz no estabelecimento, quase duas vezes mais do que no período homólogo de 2017.

"Era impossível ter o meu bébé na Venezuela, a situação no país está cada vez pior, ambos morreríamos se eu ficasse", afirma Dayana Rodríguez, que sofreu convulsões durante o parto e teve que passar duas semanas hospitalizada após a cesariana.

Dayana não planeia voltar à Venezuela, país onde a criança "não teria praticamente nenhum futuro".

Na maternidade, os quartos são espaçosos, limpos, bem equipados e têm no máximo cinco mulheres, a maioria acompanhada por um familiar.

Numa das salas, Yulianny Vázquez, também com 17 anos, está prestes a dar à luz.

Originalmente de Tigre, no oeste da Venezuela, Vázquez chegou ao Brasil há quatro meses, grávida de gémeos.

"Estou aqui por causa da situação no meu país, não temos comida nem remédios", diz Yulianny, contorcendo-se de dores.

De acordo com Luiz Gustavo Araujo, as complicações decorrem, sobretudo, da falta de supervisão médica prévia, que poderia detetar problemas específicos como hipertensão ou diabetes.

Das 572 grávidas venezuelanas registadas em 2017, 228 foram classificadas como de alto risco.

"Elas [venezuelas] procuram-nos devido à falta de medicamentos no seu país, o que provoca um aumento nas nossas despesas, pois não esperávamos receber esse tipo de população", acrescenta o diretor.

As autoridades estimam que 40 mil venezuelanos vivem em Boa Vista, a maioria deles em condições precárias.

"Antes, recebíamos futuras mães de cidades próximas à fronteira, mas agora vêm de muito mais longe, mesmo de Caracas", refere o diretor da maternidade.

A capital venezuelana está localizada a 1.500 km de Boa Vista.

LUSA

Pode também gostar

Quase 300 mil  portugueses já solicitaram o estatuto de residente no Reino Unido (Áudio)

Quase 300 mil portugueses já solicitaram o estatuto de residente no Reino Unido (Áudio)

700 militares ajudaram na covid (vídeo)

700 militares ajudaram na covid (vídeo)

Vento forte voltou a condicionar aeroporto pelo 2.º dia consecutivo (vídeo)

Vento forte voltou a condicionar aeroporto pelo 2.º dia consecutivo (vídeo)

Tribunal de Contas recusa visto prévio para contrato de aquisição de seis navios patrulha

Tribunal de Contas recusa visto prévio para contrato de aquisição de seis navios patrulha

Ministério da Defesa da Roménia dia que míssil russo não entrou no território do país

Ministério da Defesa da Roménia dia que míssil russo não entrou no território do país

Funchal retoma recolha seletiva de resíduos (Áudio)

Funchal retoma recolha seletiva de resíduos (Áudio)

PSP registou 70 acidentes na última semana

PSP registou 70 acidentes na última semana

Albuquerque diz que para já não há necessidade de realizar testes antigénio gratuitos (vídeo)

Albuquerque diz que para já não há necessidade de realizar testes antigénio gratuitos (vídeo)

Universidade da Madeira distinguiu 43 alunos (vídeo)

Universidade da Madeira distinguiu 43 alunos (vídeo)

Ter uma doença mental até aos 25 anos impacta envelhecimento das células

Ter uma doença mental até aos 25 anos impacta envelhecimento das células

PUB

Siga-nos nas redes sociais

Siga-nos nas redes sociais

  • Aceder ao Facebook da RTP Madeira
  • Aceder ao Instagram da RTP Madeira

Instale a aplicação RTP Play

  • Descarregar da Apple Store
  • Descarregar do Google Play
  • Redes de Satélites
  • Frequências
  • Moradas e Telefones
Logo RTP RTP
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube
  • flickr
    • NOTÍCIAS
    • DESPORTO
    • TELEVISÃO
    • RÁDIO
    • RTP ARQUIVOS
    • RTP Ensina
    • RTP PLAY
      • EM DIRETO
      • REVER PROGRAMAS
    • CONCURSOS
      • Perguntas frequentes
      • Contactos
    • CONTACTOS
    • Provedora do Telespectador
    • Provedora do Ouvinte
    • ACESSIBILIDADES
    • Satélites
    • A EMPRESA
    • CONSELHO GERAL INDEPENDENTE
    • CONSELHO DE OPINIÃO
    • CONTRATO DE CONCESSÃO DO SERVIÇO PÚBLICO DE RÁDIO E TELEVISÃO
    • RGPD
      • Gestão das definições de Cookies
Política de Privacidade | Política de Cookies | Termos e Condições | Publicidade
© RTP, Rádio e Televisão de Portugal 2026