Vários países, incluindo Portugal, recomendaram que a vacina não fosse administrada a pessoas com mais de 65 anos, por haver dúvidas sobre a eficácia nesse grupo etário.
Alejandro Cravioto, presidente do SAGE, recomendou que a vacina fosse administrada a todos os grupos etários (com algumas exceções por falta de informação, como mulheres grávidas), independentemente das variantes que predominem nos países.