Saltar para o conteúdo
    • Notícias
    • Desporto
    • Televisão
    • Rádio
    • RTP Play
    • RTP Palco
    • RTP Zig Zag
    • RTP Ensina
    • RTP Arquivos
RTP Madeira
  • Notícias
  • Desporto
  • Especiais
  • Programas
  • Programação
  • + RTP Madeira
    Moradas e Telefones Frequências Redes de Satélites

NO AR
Ansiedade atinge 39,4% da população em 2025 e casos graves chegam a 11,3%
Foto: Unsplash
Sociedade 6 abr, 2026, 14:50

Ansiedade atinge 39,4% da população em 2025 e casos graves chegam a 11,3%

Sintomas de ansiedade generalizada atingiram 39,4% da população com 16 ou mais anos em 2025, um aumento de 7,4 pontos percentuais, afetando sobretudo mulheres, idosos e desempregados, revelam hoje dados do Instituto Nacional de Estatística (INE).

Segundo a publicação do INE “Estatísticas da Saúde”, divulgada na véspera do Dia Mundial de Saúde, 11,3% da população em referência revelava níveis de ansiedade mais graves.

A condição de ansiedade generalizada afeta mais as mulheres (46,2%) do que os homens (31,2%) de homens. Nos casos mais graves, a diferença mantém-se, com 14,6% nas mulheres e 7,2% nos homens.

Os dados, assentes no Inquérito às Condições de Vida e Rendimento (ICOR), apontam também que a população mais idosa apresenta níveis superiores de ansiedade face aos mais jovens, com diferenças de três pontos percentuais no indicador global e de 3,5 pontos percentuais nos casos mais severos.

Comparativamente a 2024, verificou-se um aumento da prevalência destes sintomas, mais 7,4 pontos percentuais (p.p.) para o total da população em referência, particularmente nas mulheres com menos de 65 anos, sublinha o INE.

Por nível de escolaridade, pessoas com ensino superior (33,9%) ou o ensino secundário (35,9%) registam níveis mais baixos de ansiedade do que as que não tinham qualquer nível de escolaridade (49,6%) ou que tinham concluído apenas o ensino básico (43,7%).

No que diz respeito à situação profissional, os desempregados são os mais afetados, com 50,2% a apresentarem sintomas de ansiedade generalizada.

Entre a população empregada, a proporção é de 36,6% e na economicamente inativa varia entre 41% nos reformados e 46,2% nos outros inativos.

Apesar do agravamento dos indicadores de saúde mental, a satisfação com a vida manteve-se estável. Em 2025, a população atribuiu uma média de 7,3 numa escala de 0 a 10, valor idêntico ao do ano anterior.

Os resultados do ICOR revelam também que 52,7% da população com 16 ou mais anos avaliava o seu estado de saúde como bom ou muito bom, um valor mais baixo do que em 2024 (53,6%) mas ainda assim superior à média dos primeiros anos desta década (49,5% – 51% entre 2021 e 2023).

Por outro lado, a proporção de pessoas que avaliava negativamente o seu estado de saúde (12,1%) em 2025 registou um valor próximo ao registado no ano anterior (12%), mantendo-se abaixo dos que se verificaram de 2021 a 2023 (entre 13,1% e 13,5%) e substancialmente mais baixo do que os obtidos na década anterior (entre 18% em 2004 e 21% em 2014), refere o INE.

Em 2025, a avaliação positiva do estado de saúde mantinha-se mais frequente nos homens (56,5%) do que nas mulheres (49,3%) e substancialmente mais elevada na população dos 16 aos 64 anos (66,0%) comparativamente à população com 65 ou mais anos (19,1%).

À semelhança dos anos anteriores, a percentagem de pessoas que avaliavam o seu estado de saúde como bom ou muito bom em 2025 era significativamente superior para níveis de escolaridade mais elevados: 68,4% tinham concluído o ensino secundário ou pós-secundário e 76% o ensino superior, o que compara com 34,9% das pessoas com o ensino básico e 10,8% que não tinha terminado qualquer nível de ensino.

A população empregada foi quem reportou uma avaliação mais positiva do estado de saúde (67,3%), enquanto na população desempregada essa avaliação foi de 49,7%.

 

Lusa

Pode também gostar

Porto Santo fica mais despido (áudio)

Porto Santo fica mais despido (áudio)

Estrangeiro retido em escarpa na zona do Lido

Estrangeiro retido em escarpa na zona do Lido

Grupo de Botânica da UMa desenvolveu estudo inédito sobre os Açores

Grupo de Botânica da UMa desenvolveu estudo inédito sobre os Açores

Não há novos casos de Covid-19 na Madeira

Não há novos casos de Covid-19 na Madeira

Covid-19: Venda e arrendamento aceleraram, mas os preços mantêm-se (Vídeo)

Covid-19: Venda e arrendamento aceleraram, mas os preços mantêm-se (Vídeo)

1605 estudantes já pediram bolsa de estudo (vídeo)

1605 estudantes já pediram bolsa de estudo (vídeo)

Testes da AstraZeneca suspensos em menores

Testes da AstraZeneca suspensos em menores

Trompista internacional orienta masterclass no Conservatório

Trompista internacional orienta masterclass no Conservatório

Depressão “Nuria” pode trazer neve (áudio)

Depressão “Nuria” pode trazer neve (áudio)

Centenas de pessoas participaram na Corrida das Mulheres no Funchal (áudio)

Centenas de pessoas participaram na Corrida das Mulheres no Funchal (áudio)

PUB

Siga-nos nas redes sociais

Siga-nos nas redes sociais

  • Aceder ao Facebook da RTP Madeira
  • Aceder ao Instagram da RTP Madeira

Instale a aplicação RTP Play

  • Descarregar da Apple Store
  • Descarregar do Google Play
  • Redes de Satélites
  • Frequências
  • Moradas e Telefones
Logo RTP RTP
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube
  • flickr
    • NOTÍCIAS
    • DESPORTO
    • TELEVISÃO
    • RÁDIO
    • RTP ARQUIVOS
    • RTP Ensina
    • RTP PLAY
      • EM DIRETO
      • REVER PROGRAMAS
    • CONCURSOS
      • Perguntas frequentes
      • Contactos
    • CONTACTOS
    • Provedora do Telespectador
    • Provedora do Ouvinte
    • ACESSIBILIDADES
    • Satélites
    • A EMPRESA
    • CONSELHO GERAL INDEPENDENTE
    • CONSELHO DE OPINIÃO
    • CONTRATO DE CONCESSÃO DO SERVIÇO PÚBLICO DE RÁDIO E TELEVISÃO
    • RGPD
      • Gestão das definições de Cookies
Política de Privacidade | Política de Cookies | Termos e Condições | Publicidade
© RTP, Rádio e Televisão de Portugal 2026