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Imagem de Zelensky prevê que vencedor da guerra será conhecido em 2025
Foto: EPA
Política 19 nov, 2024, 18:44

Zelensky prevê que vencedor da guerra será conhecido em 2025

O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, previu hoje que 2025 vai decidir o vencedor da guerra travada há mil dias com a Rússia, avisando que não cederá a pressões dos aliados, enquanto lançava metas de produção de mísseis e 'drones'.

“Nos momentos decisivos, que chegarão no próximo ano, não devemos permitir que ninguém no mundo duvide da resiliência de todo o nosso Estado e este passo determinará quem prevalecerá”, declarou Zelensky, num discurso muito aplaudido pelos deputados do parlamento ucraniano.

O líder da Ucrânia sublinhou que “a guerra decidirá o destino de toda a nação” e reafirmou o direito da Ucrânia à sua independência, que é negada por Moscovo.

“Para exercer este direito, devemos manter-nos fortes. Não podemos entrar em colapso agora, deve ser o ocupante a entrar em colapso, não nós”, insistiu, deixando um apelo para que não se traia os ucranianos mortos no campo de batalha.

A Ucrânia, acredita Zelensky, pode derrotar a Rússia: “É muito difícil, mas temos força interior para o fazer”.

Perante a Verkhovna Rada (parlamento), o Presidente ucraniano apresentou o seu Plano de Resiliência Interna, reiterando o compromisso de defender a soberania e integridade territorial face à ameaça russa e a pressões crescentes para negociar a paz com Moscovo.

“Não estamos a negociar a soberania, a segurança ou o futuro da Ucrânia. Não abdicaremos dos nossos direitos sobre qualquer parte do nosso território. Nem permitiremos que o nosso Estado seja utilizado em batalhas eleitorais na Europa. Ninguém ganhará à custa da Ucrânia”, advertiu.

Volodymyr Zelensky sublinhou que não existe alternativa à NATO para a Ucrânia ou para qualquer país da Europa, num momento em que “o mundo está à procura de novos formatos de cooperação e a Ucrânia introduziu o seu próprio”, recordando a sua Fórmula da Paz, que reuniu no verão na Suíça cerca de uma centena de países e organizações internacionais.

Num mês marcado pela eleição do republicano Donald Trump para a presidência dos Estados Unidos, levantando dúvidas sobre a continuação do apoio militar de Washington a Kiev, e que o Presidente cessante, Joe Biden, autorizou o uso de mísseis de longo alcance contra a Rússia, o líder ucraniano anunciou uma nova meta para a produção própria de armamento.

Nesse sentido, a Ucrânia deverá produzir pelo menos 30 mil drones de longo alcance e três mil mísseis de cruzeiro e drones-mísseis em 2025, de acordo com o plano de resiliência apresentado na Verkhovna Rada.

“Tal como fizemos este ano, vamos cumprir plenamente as metas para a produção e fornecimento de todos os outros tipos de ‘drones’ no próximo ano”, afirmou.

Na sua intervenção, Zelensky levantou ainda a possibilidade de se esperar pela saída do Presidente russo, Vladimir Putin, do Kremlin para tentar recuperar todos os territórios ucranianos ocupados por Moscovo, numa rara abordagem a uma solução não militar.

“Não abandonámos uma perspetiva racional para garantir os direitos do nosso Estado. Temos de agir de forma inteligente. Talvez a Ucrânia deva sobreviver a uma determinada pessoa em Moscovo para atingir todos os seus objetivos”, comentou.

A Ucrânia perdeu a iniciativa militar no terreno de combate há mais de um ano e está a perder território diariamente há vários meses na frente leste para as forças de Moscovo em superioridade numérica, enquanto tenta manter as posições na região fronteiriça russa de Kursk que ocupa desde agosto.

Vladimir Putin exige como condições para o fim do conflito a rendição da Ucrânia, a anexação dos territórios ucranianos parcialmente ocupados de Donetsk e Lugansk, no leste, e de Kherson e Zaporijia, no sul, além da península da Crimeia, anexada desde 2014.

O líder do Kremlin quer também a desmilitarização da Ucrânia e o abandono das suas ambições de aderir à NATO.

Kiev recusa todas estas condições, alegando que não se trata de uma negociação mas de uma capitulação, e exige a devolução imediata e incondicional dos territórios invadidos, à luz do Direito Internacional.

 

Lusa

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