“Votar amanhã chama-se vencer a calamidade e refazer o nosso futuro. Votar amanhã chama-se liberdade. Votar amanhã chama-se democracia”, declarou Marcelo Rebelo de Sousa, numa comunicação ao país, transmitida em direto a partir do Palácio de Belém, em Lisboa.
Na sua última mensagem presidencial em véspera de eleições – que optou por não fazer na primeira volta destas presidenciais, há três semanas –, o chefe de Estado dirigiu-se em especial às “centenas de milhares” de portugueses afetados pelas recentes tempestades, os que perderam familiares ou as suas casas, os que “se sentiram isolados, angustiados ou desesperados”.