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Imagem de Ventura defende que situação de calamidade devia ter sido decretada mais cedo
Foto: Lusa
Política 29 jan, 2026, 14:17

Ventura defende que situação de calamidade devia ter sido decretada mais cedo

O candidato presidencial André Ventura defendeu hoje que o Governo devia ter decretado mais cedo a situação de calamidade na sequência dos danos provocados pela tempestade Kristin e defendeu que nestas alturas os políticos "devem estar presentes".

O candidato a Presidente da República e líder do Chega, acusou o Governo e Marcelo Rebelo de Sousa de “um certo desaparecimento” e defendeu que “este é daqueles momentos em que os agentes políticos devem estar presentes”.

André Ventura referiu também a visita que o primeiro-ministro faz hoje às áreas mais afetadas e considerou que Luís Montenegro “já devia ter tomado essa iniciativa, assim como decretado o estado de calamidade”.

O Governo decidiu hoje em Conselho de Ministros decretar a situação de calamidade “nas zonas mais afetadas pela tempestade Kristin”, divulgou o gabinete do primeiro-ministro, que visita os distritos de Leiria e Coimbra.

Assinalando que há “dezenas de empresas que ficaram afetadas por aquilo que aconteceu, algumas delas com centenas de trabalhadores, e que perderam tudo”, defendeu que o “Governo tem que facilitar o acesso dessas empresas, dessas pessoas, dessas entidades, a apoios. Isso acontece permitindo que o estado de calamidade seja decretado”.

Ventura considerou que também “não é aceitável” haver zonas do país sem comunicações há várias horas, apontou falhas ao SIRESP, e criticou a falta de alternativas para garantir eletricidade, como geradores.

 “Eu espero que todos os organismos do Estado sejam envolvidos nisto, desde as forças de proteção civil, que já estão a ser envolvidas, às forças municipais, inclusive as forças armadas, se necessário, para participarem neste esforço coletivo de apoio”, apelou.

O candidato falava aos jornalistas à chegada à primeira ação de campanha do dia, a visita à Taipina Export, uma empresa de comercialização de frutas em Cantanhede, distrito de Coimbra.

À tarde, também Ventura vai a Leiria visitar “uma das zonas afetadas pela tempestade”, uma ação inserida na campanha da segunda volta das eleições presidenciais, marcada para 08 de fevereiro.

O candidato presidencial afirmou que “é o papel e o trabalho dos candidatos presidenciais, do Governo, mostrar ao país liderança e mostrar ao país proximidade em relação àquilo que aconteceu”.

Questionado se essa iniciativa de campanha pode ser lida como aproveitamento político, o candidato contornou a questão e disse querer “estar ao lado das pessoas”, e apelou também “a que todos os políticos com responsabilidade estejam e venham ao lado das pessoas”.

Perante a insistência dos jornalistas, acabou por abandonar o local onde estava a falar à comunicação social, recusando responder a mais perguntas.

O seu adversário na corrida a Belém, António José Seguro, revelou hoje que na quarta-feira se deslocou sozinho à região de Leiria.

André Ventura acusou o Presidente da República de ter estado próximo das populações noutras situações e alegou que “as pessoas não compreendem muito bem porque é que nalguns casos há proximidade, há interesse, há imediata coordenação e noutros não”.

A comissão técnica independente constituída na sequência dos incêndios de 2017 concluiu que a presença excessiva de autoridades e da comunicação social junto do posto de comando operacional perturbou o combate ao incêndio de Pedrógão Grande.

Ventura defendeu que “não é uma questão de atrapalhar, é uma questão de mostrar coordenação ao país”.

Uma nota publicada hoje no ‘site’ da Presidência indica que, “passada a fase em curso de intervenção da Proteção Civil, o Presidente da República visitará as áreas mais afetadas”.

A passagem da depressão Kristin pelo território português deixou um rasto de destruição, causando pelo menos seis mortos, vários feridos e desalojados.

Os distritos mais afetados foram Leiria (por onde a depressão entrou no território continental), Coimbra, Santarém e Lisboa.

Quedas de árvores e de estruturas, corte ou o condicionamento de estradas e serviços de transporte, em especial linhas ferroviárias, fecho de escolas e cortes de energia, água e comunicações foram as principais consequências materiais do temporal.

Lusa

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