Saltar para o conteúdo
    • Notícias
    • Desporto
    • Televisão
    • Rádio
    • RTP Play
    • RTP Palco
    • RTP Zig Zag
    • RTP Ensina
    • RTP Arquivos
RTP Madeira
  • Notícias
  • Desporto
  • Especiais
  • Programas
  • Programação
  • + RTP Madeira
    Moradas e Telefones Frequências Redes de Satélites

NO AR
Venezuela: Ataques a ativistas dos direitos humanos atingiram máximo em julho
Política 26 ago, 2021, 15:15

Venezuela: Ataques a ativistas dos direitos humanos atingiram máximo em julho

O Centro Para os Defensores e a Justiça (CPDJ) venezuelano revelou que a Venezuela registou, em julho, 140 ataques do Estado contra ativistas dos direitos humanos, o número mais alto registado até hoje no país.

“O direito de defender, promover e exigir os direitos humanos está sob constante ataque do Estado. O ambiente para o seu exercício é mais hostil e adverso à medida que a política de criminalização se aprofunda”, explica a ONG num relatório divulgado terça-feira em Caracas.

O CPDJ registou, no primeiro semestre de 2021, 374 ataques contra defensores dos direitos humanos, 99 deles em janeiro, 28 em fevereiro, 56 em março, 115 em abril, 48 em maio e 28 no passado mês de junho.

No relatório, a ONG precisa que dos 140 ataques de julho, 112 seguem o padrão de estigmatização, 14 de intimidação e assédio, 5 de detenções arbitrárias, 4 de judicialização, 2 rusgas e 3 por outros motivos.

“O Estado venezuelano está a intensificar a sua política de criminalização contra defensores e organizações de defesa dos direitos humanos. A lógica de um inimigo interno está a aprofundar-se e estão a aumentar os riscos para os que estão na linha da ação, defendendo, promovendo e exigindo direitos”, explica o documento.

Segundo a ONG, “a violência e a repressão do Estado continuam a ser exercidas como forma de limitar a atuação das organizações e pessoas que documentam e denunciam a crise, como parte do controlo social e das medidas para reduzir o espaço cívico e democrático no país”.

O CPDJ sublinha que “o trabalho de documentação, denúncia, visibilidade e acompanhamento” não pode ser visto como um crime e que “a cooperação, interação e advocacia internacional são ações legítimas” que o estado não deve criminalizar.

“A violência do Estado continua a manifestar-se de várias formas contra a sociedade civil. A repressão, o controlo social e a política de criminalização continuam a afetar particularmente as pessoas, as organizações de direitos humanos e de ação humanitária. Através de agressões, limitações legais e obstáculos administrativos, o Estado afeta o trabalho legítimo de indivíduos e organizações. A sistematização de padrões repressivos é prova da violação do direito à defesa e de exigir direitos humanos na Venezuela”, explica.

Segundo o CPDJ, em julho intensificaram-se as campanhas de estigmatização e acusações por parte de altos funcionários do Estado, acusando as organizações de “desestabilizadoras”, "ingerencistas" e "terroristas", nomeadamente.

Por outro lado, “aumentaram as detenções e acusações contra pessoas e organizações tidas como inimigas, por serem incómodas para os interesses do Estado”, ao mesmo tempo que os ativistas foram ameaçados com processos judiciais e aplicação de instrumentos normativos criados com fins de obstaculização, criminalização e controlo.

“Intensifica-se o uso da legislação e tribunais contra o terrorismo e a criminalidade organizada para criminalizar os defensores e quem exige direitos (…) a medida aprofunda o fecho do espaço cívico democrático no país”, adianta.

No entanto, segundo o CPDJ “a sociedade civil tem permanecido unida, demonstrando que a promoção e defesa dos direitos é necessária perante a emergência humanitária complexa que existe no país”.

C/Lusa 

Pode também gostar

Construção de seis novos navios patrulha oceânicos avança

Construção de seis novos navios patrulha oceânicos avança

Governo alarga prazo para setor do táxi cumprir limite de idade dos veículos

Governo alarga prazo para setor do táxi cumprir limite de idade dos veículos

Madeira e Açores acertam revisão das Finanças Regionais (vídeo)

Madeira e Açores acertam revisão das Finanças Regionais (vídeo)

Transportes públicos elétricos no Porto Santo (vídeo)

Transportes públicos elétricos no Porto Santo (vídeo)

Falta investimento nas zonas altas (vídeo)

Falta investimento nas zonas altas (vídeo)

Câmara condiciona fornecimento de água

Câmara condiciona fornecimento de água

Marcelo pede que não se esqueça os oceanos

Marcelo pede que não se esqueça os oceanos

Cafôfo diz que Orçamento Regional para 2021 é «uma desilusão»

Cafôfo diz que Orçamento Regional para 2021 é «uma desilusão»

CNE deixa advertências a políticos e jornalistas (vídeo)

CNE deixa advertências a políticos e jornalistas (vídeo)

Europa tem de olhar para o setor dos transportes (vídeo)

Europa tem de olhar para o setor dos transportes (vídeo)

PUB

Siga-nos nas redes sociais

Siga-nos nas redes sociais

  • Aceder ao Facebook da RTP Madeira
  • Aceder ao Instagram da RTP Madeira

Instale a aplicação RTP Play

  • Descarregar da Apple Store
  • Descarregar do Google Play
  • Redes de Satélites
  • Frequências
  • Moradas e Telefones
Logo RTP RTP
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube
  • flickr
    • NOTÍCIAS
    • DESPORTO
    • TELEVISÃO
    • RÁDIO
    • RTP ARQUIVOS
    • RTP Ensina
    • RTP PLAY
      • EM DIRETO
      • REVER PROGRAMAS
    • CONCURSOS
      • Perguntas frequentes
      • Contactos
    • CONTACTOS
    • Provedora do Telespectador
    • Provedora do Ouvinte
    • ACESSIBILIDADES
    • Satélites
    • A EMPRESA
    • CONSELHO GERAL INDEPENDENTE
    • CONSELHO DE OPINIÃO
    • CONTRATO DE CONCESSÃO DO SERVIÇO PÚBLICO DE RÁDIO E TELEVISÃO
    • RGPD
      • Gestão das definições de Cookies
Política de Privacidade | Política de Cookies | Termos e Condições | Publicidade
© RTP, Rádio e Televisão de Portugal 2026