Na circular, o Sindicato Nacional dos Trabalhadores das Administrações Portuárias lamenta que “o atual Conselho de Administração da APRAM tenha suspendido este procedimento sem se preocupar em saber as razões e fundamentos dos protocolos em vigor em todas as administrações e que a própria APRAM vinha praticando”, acrescentando, ainda, “que a primeira coisa que a APRAM fez foi retirar direitos e transformar os trabalhadores em objetos pagos à hora e ao minuto, a qualquer hora da noite ou do dia”.
De acordo com uma nota enviada pelo Sindicato Nacional dos Trabalhadores das Administrações Portuárias, a APRAM “veio agora promover uma portaria de extensão do Acordo de Empresa, ultrapassando a legislação em vigor”, o que é considerado “uma provocação e um ato de ostensiva hostilidade para com o sindicato, pelo que não deixará de ter em momento algum a resposta adequada, sendo que a posição de grande tolerância que temos vindo a adotar até agora, tem os dias contados”.