Saltar para o conteúdo
    • Notícias
    • Desporto
    • Televisão
    • Rádio
    • RTP Play
    • RTP Palco
    • RTP Zig Zag
    • RTP Ensina
    • RTP Arquivos
RTP Madeira
  • Notícias
  • Desporto
  • Especiais
  • Programas
  • Programação
  • + RTP Madeira
    Moradas e Telefones Frequências Redes de Satélites
TV • RTP Madeira

RÁDIO • RTP Antena 3 Madeira

RÁDIO • RTP Antena 1 Madeira

PSD acusa Governo da República de prejudicar Madeira
Política 11 jul, 2019, 11:19

PSD acusa Governo da República de prejudicar Madeira

A vice-presidente da bancada social-democrata Rubina Berardo acusou o Governo da República de prejudicar a Madeira no pagamento de juros ou nos transportes aéreos, mas o primeiro-ministro considerou estar perante conflitos artificiais com fins eleitorais.

Este debate aconteceu na segunda ronda de perguntas ao primeiro-ministro, António Costa, após uma intervenção em que Rubina Berardo criticou a inação do Governo socialista em matéria de transportes.

"O senhor primeiro-ministro foi rápido ao criticar a política salarial da TAP, mas sobre as práticas da TAP nas ligações entre a Madeira e o continente nem uma sílaba. Concorda que 500 e 600 euros são módicos para uma ligação que garante a continuidade territorial numa empresa de maioria de capitais públicos?", perguntou, acusando depois o executivo socialista de "adiar a promessa relativa aos 50% de financiamento" do novo hospital da Madeira.

A deputada eleita pela Madeira confrontou também o primeiro-ministro com declarações que proferiu antes de assumir as suas atuais funções sobre as taxas de juro pagas pela Região Autónoma da Madeira.

"Esqueceu-se dessas declarações e hoje continua a lucrar imoralmente à custa deste empréstimo. São 60 milhões de que o Estado lucra a mais com a Madeira", apontou.

Na resposta, o primeiro-ministro disse que "só há um conflito com a Madeira pela simples razão que o Governo Regional quer criar artificialmente um conflito com o Governo da República para efeitos eleitorais".

"Os preços das viagens são escandalosos porque o Governo da Madeira não aceita a proposta que nós fizemos para alterar o subsídio de mobilidade, que, verdadeiramente, não financia os madeirenses, mas as companhias de aviação. Relativamente ao hospital, aguardamos que o Governo da Madeira contrate connosco a sua realização, de forma a fazermos o pagamento", declarou.

Já na questão dos juros, o primeiro-ministro referiu que o Orçamento do Estado procedeu à sua revisão.

"Só no pagamento de juros que terá de fazer em julho, já vão poupar oito milhões de euros em juros", apontou o líder do executivo.

Nesta intervenção, António Costa deixou as respostas a questões financeiras para a posterior intervenção do ministro das Finanças, Mário Centeno.

A deputada do CDS-PP Cecília Meireles disse que "mais de 60% do crescimento económico foi confiscado pelo Estado", enquanto Mariana Mortágua, do Bloco de Esquerda, defendeu que os excedentes no saldo prima+rio foram ultrapassados com medidas "mais profundas de recuperação de rendimentos tomadas ao longo dos últimos quatro anos".

Mariana Mortágua criticou o dinheiro injetado pelo atual Governo na banca e sustentou que havia condições para investir mais oito mil milhões de euros nos serviços públicos na presente legislatura, caso tivesse sido cumprido o saldo primário previsto no início da legislatura.

Diana Ferreira, deputada do PCP, lamentou que o atual Governo não tivesse ido mais longe na adoção de medidas de caráter social, designadamente no que respeita "à reposição da idade da reforma nos 65 anos".

Tal como fizera antes, António Costa deixou para uma intervenção do ministro da Segurança Social a resposta a uma curta intervenção da deputada social-democrata Clara Marques Mendes sobre os atrasos do Estado no pagamento de novos pedidos de pensões.

"Acha admissível que se espere um e às vezes dois anos no pagamento das pensões a que esses cidadãos têm direito? Disse que o problema estaria resolvido em junho. Agora, como se sente por ter faltado à verdade?", perguntou ainda a deputada do PSD.

Pela parte da bancada do PSD, o deputado Ricardo Batista Leite lamentou que os sindicatos médicos tenham cortado relações com a ministra da Saúde, Marta Temido, e acusou António Costa de ter falhado a sua promessa de não deixar cidadãos sem médico de família.

"Prometeu mas não cumpriu. Prometeu não contratar mais medidos tarefeiros, mas estes contratos aumentaram com o seu Governo. Os tempos de espera aumentaram", apontou ainda.

O primeiro-ministro rejeitou os números de Ricardo Batista Leite, segundo os quais 800 mil portugueses estarão ainda sem médico de família e disse que este problema estará resolvido no primeiro ano da próxima legislatura.

Nas questões de saúde, da parte da bancada do PCP, a deputada do PCP exigiu o "fim do favorecimento dos negócios dos privados" e considerou urgente o aumento do investimento público neste setor.

"É tempo de dar meios ao Serviço Nacional de Saúde para que dê respostas mais eficientes", afirmou Carla Cruz.

Já o líder parlamentar do Bloco de Esquerda, Pedro Filipe Soares, considerou que, entre os socialistas, há quem não aprecie a atual solução de Governo, alegando que esses setores do PS têm como objetivo "a conquista de uma maioria absoluta nas próximas eleições legislativas".

Pedro Filipe Soares apontou como exemplo a atuação do PS no que respeita à Lei de Bases da Saúde, designadamente em matéria de resistência ao fim das Parcerias Público Privadas (PPP) neste setor.

"Temos de saber se o PS insiste em manter a lei das PPP de Durão Barroso, ou se fica ao lado do Serviço Nacional de Saúde de António Arnaut e de João Semedo", afirmou o líder parlamentar do Bloco de Esquerda.

C/Lusa

Pode também gostar

Dinamizar o setor agrícola é objetivo de todos os candidatos (vídeo)

Dinamizar o setor agrícola é objetivo de todos os candidatos (vídeo)

Coligação pós-eleitoral: Paulo Cafôfo garante estar preparado para tudo

Coligação pós-eleitoral: Paulo Cafôfo garante estar preparado para tudo

PS quer ganhar todas as juntas (vídeo)

PS quer ganhar todas as juntas (vídeo)

Liliana Rodrigues integra relatório sobre barreiras à cultura

Liliana Rodrigues integra relatório sobre barreiras à cultura

Taiwan reitera que “não está subordinada” à China após aviso de MNE chinês

Taiwan reitera que “não está subordinada” à China após aviso de MNE chinês

Costa felicita Guterres por ter sido distinguido com o Prémio Europeu Carlos V

Costa felicita Guterres por ter sido distinguido com o Prémio Europeu Carlos V

Governo encurta para dois meses prazo dos despejos por rendas em atraso

Governo encurta para dois meses prazo dos despejos por rendas em atraso

Chega contesta a decisão de vender o hospital público (áudio)

Chega contesta a decisão de vender o hospital público (áudio)

Governo Regional prepara-se para mudar o modelo de apoio à aquisição de viaturas elétricas (áudio)

Governo Regional prepara-se para mudar o modelo de apoio à aquisição de viaturas elétricas (áudio)

Instituto de Habitação vai fazer caraterização do Porto Moniz (vídeo)

Instituto de Habitação vai fazer caraterização do Porto Moniz (vídeo)

PUB

Siga-nos nas redes sociais

Siga-nos nas redes sociais

  • Aceder ao Facebook da RTP Madeira
  • Aceder ao Instagram da RTP Madeira

Instale a aplicação RTP Play

  • Descarregar da Apple Store
  • Descarregar do Google Play
  • Redes de Satélites
  • Frequências
  • Moradas e Telefones
Logo RTP RTP
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube
  • flickr
    • NOTÍCIAS
    • DESPORTO
    • TELEVISÃO
    • RÁDIO
    • RTP ARQUIVOS
    • RTP Ensina
    • RTP PLAY
      • EM DIRETO
      • REVER PROGRAMAS
    • CONCURSOS
      • Perguntas frequentes
      • Contactos
    • CONTACTOS
    • Provedora do Telespectador
    • Provedora do Ouvinte
    • ACESSIBILIDADES
    • Distribuição Digital
    • A EMPRESA
    • CONSELHO GERAL INDEPENDENTE
    • CONSELHO DE OPINIÃO
    • CONTRATO DE CONCESSÃO DO SERVIÇO PÚBLICO DE RÁDIO E TELEVISÃO
    • RGPD
      • Gestão das definições de Cookies
Política de Privacidade | Política de Cookies | Termos e Condições | Publicidade
© RTP, Rádio e Televisão de Portugal 2026