No ‘site’ da ECFP, consultado hoje pela agência Lusa, não consta o orçamento da campanha do Partido Popular Monárquico (PPM).
A Lusa questionou o partido sobre o valor que irá gastar na campanha eleitoral, não tendo obtido ainda resposta.
Entre os orçamentos disponíveis, o PSD é a força política que prevê gastar mais dinheiro na campanha eleitoral, que decorre de 9 a 21 de março: 319.000 euros, dos quais 259.000 da subvenção estatal e 60.000 de contribuição de partidos políticos.
A maior fatia do orçamento dos social-democratas — 75.000 euros — será canalizada para estruturas, cartazes e telas, seguindo-se propaganda, comunicação impressa e digital (65.000), comícios e espetáculos (60.000), brindes e outras ofertas (54.000), custos administrativos e operacionais (40.000), conceção da campanha, agências de comunicação e estudos de mercado (24.000) e outros (1.000).
Segundo os orçamentos disponíveis na página da Internet da ECFP, o PS é o segundo partido a investir mais na campanha — 150.400 euros, verba proveniente na totalidade da subvenção estatal, canalizando a maior fatia (75.000) para comícios e espetáculos.
Segue-se o CDS-PP e o Chega, com um orçamento de 100.000 euros cada. O maior gasto de ambos os partidos será em estruturas, cartazes e telas, com 25.000 e 26.000 euros, respetivamente.
O JPP prevê gastar 96.400 euros na campanha, com a maior fatia (24.000 euros) direcionada para custos administrativos e operacionais.
A CDU vai gastar 75.000 euros, a IL 55.000, a Nova Direita 50.000, o BE 40.000, o PAN 25.000, o ADN 15.000, o Livre 10.000 e, por fim, a coligação Força Madeira (PTP/MPT/RIR) tem um orçamento de 3.500 euros.
Os orçamentos destas treze candidaturas totalizam 1,039 milhões de euros.
Nas eleições antecipadas de 23 de março concorrem 12 partidos isolados e duas coligações, CDU (PCP/PEV) e Força Madeira (PTP/MPT/RIR).
As candidaturas, por ordem do sorteio do boletim de voto, são: Coligação Democrática Unitária (CDU), Partido Social-Democrata (PSD/PPD), Livre, Juntos Pelo Povo (JPP), Nova Direita (ND), Pessoas-Animais-Natureza (PAN), coligação Força Madeira, Partido Socialista (PS), Iniciativa Liberal (IL), Partido Popular Monárquico (PPM), Bloco de Esquerda (BE), Chega (CH), Aliança Democrática Nacional (ADN) e CDS – Partido Popular (CDS-PP).
Nestas eleições estreiam-se a Nova Direita e o PPM, enquanto PTP, MPT e RIR concorrem coligados.