Saltar para o conteúdo
    • Notícias
    • Desporto
    • Televisão
    • Rádio
    • RTP Play
    • RTP Palco
    • Zigzag Play
    • RTP Ensina
    • RTP Arquivos
RTP Madeira
  • Notícias
  • Desporto
  • Especiais
  • Programas
  • Programação
  • + RTP Madeira
    Moradas e Telefones Frequências Redes de Satélites

NO AR
Imagem de O povo ficou longe dos discursos sobre a República e não gostou
Política 05 out, 2023, 15:50

O povo ficou longe dos discursos sobre a República e não gostou

Uma centena de cidadãos que queria ver de perto a comemoração da Implantação da República protestou hoje na Rua do Arsenal, em Lisboa, por lhe ter sido bloqueada a visão para a cerimónia oficial, na Praça do Município.

As baias de segurança foram colocadas a cerca de 150 metros das entidades que assistiram sentadas aos discursos do dia, limitando o acesso de populares, que ainda tinham a meio do seu campo de visão as traseiras de um palco destinado aos meios de comunicação social.

“Agora é uma cerimónia privada? Encurralaram-nos aqui. Todos os anos venho aqui e nunca vi uma coisa destas”, dizia uma das presentes, que pediu para ser identificada como “uma cidadã portuguesa revoltada com tudo isto”.

A desilusão também passava pelo rosto de Ana Lourenço, que pensava estar mais perto para ver e ouvir, mas afinal ficou ali, num “autêntico funil”.

“Estamos descontentes, parece que estamos numa prisão, porque não se vê nada. Isto, afinal, é a liberdade e não é liberdade”, disse.

Outro cidadão que não quis ser identificado explicava que “esteve 10 anos a chefiar na Câmara” e nunca viu nada assim.

“Montavam aqui policiamento, estava tudo cheio de pessoal até aos candeeiros e no final as pessoas entravam lá dentro a visitar a Câmara”, edifício de onde foi proclamada a República, contou.

Já o Batalhão da Guarda Nacional Republicana tinha formado, entre a Praça do Município e a Rua do Arsenal, fazendo adivinhar para breve o início das cerimónias, e havia quem sugerisse que o povo deveria ir todo embora, tal “a falta de respeito”.

“Na democracia ganham-se umas coisas, mas perdem-se outras. É assim. Temos que habituar-nos aos novos tempos”, disse Nuno.

Silvério Amador, com 82 anos, foi apanhado de surpresa com as baias tão longe do evento e com a pouca gente que se juntou às comemorações, às quais apenas faltou durante a pandemia.

“Infelizmente, estamos nesta situação. Por motivos de segurança ficamos à distância”, considerou.

Para Silvério Amador, os políticos presentes no evento tentaram evitar os protestos que têm acontecido com os professores, “a nível da habitação, a nível das (alterações) climáticas” e “desses fala-barato que querem aproveitar as presenças de pessoas convidadas, pessoas de certo respeito, para lhes dizerem tudo”.

Ouvia-se o Hino Nacional e os professores ainda não estavam. Só se fizeram notar ruidosamente em cima dos discursos, primeiro do presidente da Câmara de Lisboa, Carlos Moedas, e depois do Presidente da República, a mesma que hoje comemora 113 anos.

Enquanto Moedas dizia, no seu discurso, que “hoje cabe aos políticos não se fecharem no mundo irreal, mas abrirem-se à realidade”, evitando “o atual divórcio” entre a política e as pessoas, entre os populares descontentes, dois professores tornaram o seu protesto audível, enquanto empunhavam cartazes com caricaturas de António Costa e do ministro da Educação.

Foram gritadas palavras de ordem como “É uma vergonha”, “Eu quero ensinar a República na escola” e “A República não é uma festa privada”.

O dia da Implantação da República coincide com o Dia do Professor.

Além de Marcelo Rebelo de Sousa e de Carlos Moedas, estiveram na cerimónia oficial o presidente da Assembleia da República, Augusto Santos Silva, e o primeiro-ministro, António Costa.

Lusa

Pode também gostar

Imagem de Trabalhadores dos CTT na Madeira recebem aumento salarial

Trabalhadores dos CTT na Madeira recebem aumento salarial

Imagem de Governo quer alargar flexibilidade curricular a todas as escolas

Governo quer alargar flexibilidade curricular a todas as escolas

Imagem de ONU alerta para perigos da Inteligência Artificial

ONU alerta para perigos da Inteligência Artificial

Imagem de Museu Etnográfico abre hoje exposição dedicada à cana vieira

Museu Etnográfico abre hoje exposição dedicada à cana vieira

Imagem de Final da Taça da Madeira joga-se na Camacha (áudio)

Final da Taça da Madeira joga-se na Camacha (áudio)

Imagem de Desde o início do ano o helicóptero de combate a incêndios já fez 46 missões (vídeo)

Desde o início do ano o helicóptero de combate a incêndios já fez 46 missões (vídeo)

Imagem de Sistema informático do Hospital dos Marmeleiros está inoperacional

Sistema informático do Hospital dos Marmeleiros está inoperacional

Imagem de Partido pede opinião da população sobre reforma do sistema político

Partido pede opinião da população sobre reforma do sistema político

Imagem de Madeira autoriza abate de ave protegida

Madeira autoriza abate de ave protegida

Imagem de Dérbi joga-se na sexta-feira

Dérbi joga-se na sexta-feira

PUB
RTP Madeira

Siga-nos nas redes sociais

Siga-nos nas redes sociais

  • Aceder ao Facebook da RTP Madeira
  • Aceder ao Instagram da RTP Madeira

Instale a aplicação RTP Play

  • Descarregar a aplicação RTP Play da Apple Store
  • Descarregar a aplicação RTP Play do Google Play
  • Redes de Satélites
  • Frequências
  • Moradas e Telefones
Logo RTP RTP
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube
  • flickr
    • NOTÍCIAS
    • DESPORTO
    • TELEVISÃO
    • RÁDIO
    • RTP ARQUIVOS
    • RTP Ensina
    • RTP PLAY
      • EM DIRETO
      • REVER PROGRAMAS
    • CONCURSOS
      • Perguntas frequentes
      • Contactos
    • CONTACTOS
    • Provedora do Telespectador
    • Provedora do Ouvinte
    • ACESSIBILIDADES
    • Satélites
    • A EMPRESA
    • CONSELHO GERAL INDEPENDENTE
    • CONSELHO DE OPINIÃO
    • CONTRATO DE CONCESSÃO DO SERVIÇO PÚBLICO DE RÁDIO E TELEVISÃO
    • RGPD
      • Gestão das definições de Cookies
Política de Privacidade | Política de Cookies | Termos e Condições | Publicidade
© RTP, Rádio e Televisão de Portugal 2026