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Imagem de “Não fizemos tudo bem nos últimos anos no que diz respeito à imigração”
Foto: Lusa
Política 24 jan, 2025, 12:32

“Não fizemos tudo bem nos últimos anos no que diz respeito à imigração”

O líder do PS admite que não se fez tudo bem nos últimos anos quanto à imigração e vai propor uma solução legislativa que permita regularizar imigrantes que estão a trabalhar mas recusa recuperar a manifestação de interesses.

Em entrevista ao Expresso, a imigração foi um dos principais temas, mas também as autárquicas deste ano ou as presidenciais de 2026, sobre as quais assumiu ser “importante que haja apenas uma candidatura” do campo político do PS porque “aumenta as possibilidades de vitória”.

Sobre a questão da imigração, o líder do PS prometeu para o final do mês uma proposta para acabar com uma “situação de terra de ninguém ou um vazio na lei” porque foi eliminada a manifestação de interesse, mas recusou recuperar esse instrumento tal como existia porque aquilo que é preciso é “encontrar válvulas de escape que permitam a regularização de imigrantes que estão a trabalhar”.

Apontando efeitos negativos da manifestação de interesse, Pedro Nuno Santos defendeu “a regulação da imigração de forma eficaz e humanista, com o outro lado, da integração”.

“Não fizemos tudo bem nos últimos anos no que diz respeito à imigração”, assumiu.

Na opinião do líder do PS, o “Estado e o país não se prepararam para a entrada intensa de trabalhadores estrangeiros”, dando como exemplos o SNS, a educação ou a habitação.

“Quando há uma procura intensa que coloca pressão sobre os serviços públicos, isso vai facilitar o discurso divisionista, muitas vezes de ódio, que a extrema-direita usa contra os trabalhadores estrangeiros. Precisamos, de uma vez por todas, de falar sobre a imigração de forma descomplexada, exigente, rigorosa, como infelizmente não se tem feito”, defendeu.

Para Pedro Nuno Santos, quem procura Portugal para viver “tem de perceber que há uma partilha de um modo de vida, uma cultura que deve ser respeitada”.

Sobre presidenciais, o líder do PS admitiu que perante a situação atual, com as guerras que decorrem, “ter um Presidente da República com experiência internacional é importante”.

Questionado se António Vitorino seria o seu preferido para candidato apoiado pelo PS, Pedro Nuno Santos respondeu: “a minha preferência é por um candidato da área do PS que tenha a possibilidade de ganhar”.

Referindo que a “história do PS” é que tenha havido dois candidatos, o líder socialista reiterou não ser solução o que tem acontecido de o partido não apoiar ninguém e, caso aparece mais do que um nome, remete a decisão para um órgão do PS, como a Comissão Nacional.

Sobre autárquicas em Lisboa, manifestou abertura do PS para perceber junto dos outros partidos “se há base de entendimento”, mas recusou negociações com base em ajustes no passado.

“Ganharemos as autárquicas se tivermos mais autarquias do que o nosso adversário”, disse.

Quanto ao calendário dos estados gerais, que decorrerão entre abril deste ano e abril de 2026, Pedro Nuno Santos assumiu que este foi pensado para “qualquer eventualidade” e ponderando a possibilidade de eleições antecipadas.

“Nós não sabemos quando haverá eleições, mas o PS tem de estar preparado”, disse.

 

Lusa

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