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Imagem de Montenegro destaca articulação com Espanha que tem evitado “males maiores”
Foto: Lusa
Política 7 fev, 2026, 14:49

Montenegro destaca articulação com Espanha que tem evitado “males maiores”

O primeiro-ministro destacou hoje a articulação permanente com Espanha, nas últimas quatro semanas, que “tem sido fundamental” para evitar “males maiores”, exemplificando com o rio Douro, mas advertiu que essa gestão está “num pico de sensibilidade”.

“Essa gestão é uma gestão que neste momento está num pico de sensibilidade porque, quer Portugal quer Espanha, estão a viver o mesmo problema e, portanto, temos de fazer de forma coordenada essa gestão”, afirmou Luís Montenegro, depois de ter estado na zona ribeirinha do Peso da Régua a observar o caudal do rio Douro, que subiu significativamente nas últimas semanas.

O primeiro-ministro aproveitou esta visita ao sul do distrito de Vila Real para destacar a “grande interação” que se tem verificado com Espanha em relação à gestão dos caudais dos rios ibéricos.

“Esta é uma das coisas que eu não tenho destacado e queria aproveitar aqui no Peso da Régua para destacar, que é uma articulação permanente, que já leva quase quatro semanas, também de permanente contacto entre o Governo português e o Governo espanhol, as entidades que em cada país têm responsabilidade na gestão dos recursos hídricos e daqueles que têm impacto na gestão dos caudais dos rios, e isso tem sido absolutamente fundamental para evitar males maiores por esta altura”, salientou.

Considerando que “é o caso do que tem sucedido no Rio Douro e, em particular, (…) no Peso da Régua”. Aqui, o rio inundou o cais fluvial da Régua, onde há três edifícios que estão submersos, mas tem-se conseguido evitar que galgue a principal avenida da cidade, a João Franco.

“A gestão das descargas das barragens, das barragens espanholas, das barragens já do território português, tem permitido gerir com alguma serenidade, que é uma palavra que o presidente da câmara tem utilizado com frequência no diálogo que tem mantido comigo, uma situação que noutros anos, até com menos impacto de precipitação tem tido até efeitos piores nesta zona”, salientou, falando do autarca da Régua, José Manuel Gonçalves.

E, portanto, frisou, “esta coordenação é absolutamente fundamental nas zonas onde há espaço para ter esta gestão”.

Luís Montenegro reconheceu, no entanto, que há “grande pressão” e que “há zonas e há barragens que estão já a atingir os limites da sua capacidade”.

“Há descargas que têm de ser feitas mesmo quando a pressão é menor. É outra das coisas que nós estamos a fazer há várias semanas. Nós estamos a ter descargas monitorizadas até algumas cheias provocadas nas últimas semanas, precisamente para libertar capacidade, para nos dias, como é o caso do dia de hoje, em que há mais precipitação, haver maior capacidade de retenção, precisamente nas barragens”, explicou.

Fazendo questão de destacar que, apesar de o país “estar a viver momentos de grande drama e dificuldade em muitas regiões, há também um trabalho de acautelar, de minimizar esses impactos”.

“Não tem sido, em muitos casos, possível suster o efeito da subida das águas. Sabemos, repito, hoje em particular na bacia do Tejo, no rio Sado, no rio Mondego e em rios que confluem com estes, há uma pressão elevadíssima e, portanto, aí temos uma gestão de emergência de salvaguardar a vida das pessoas, de as poder retirar dos locais mais atingidos, de poder também contar com a sua colaboração”, referiu.

O primeiro-ministro acrescentou que, ao mesmo tempo em que há regiões em que “se está a atuar na emergência do momento”, em paralelo, noutras, como é o caso do rio Douro, está-se a prevenir e a preparar a capacidade de resposta.

“Aqui na Régua, por exemplo, está tudo preparado, se eventualmente acontecer um aumento significativo do nível da água para também proceder às diligências que podem acautelar a vida das pessoas”, frisou.

Treze pessoas morreram em Portugal desde a semana passada na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.

A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.

As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.

Lusa

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