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Imagem de Lula da Silva diz que assinatura termina com “25 anos de sofrimento”
Foto: EPA
Política 16 jan, 2026, 18:47

Lula da Silva diz que assinatura termina com “25 anos de sofrimento”

O Presidente brasileiro, Lula da Silva, enalteceu hoje a assinatura, no sábado, do acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul, terminando assim com “25 anos de sofrimento”.

“Mais comércio significa novos empregos dos dois lados do Atlântico”, enfatizou o chefe de Estado do Brasil, ao lado da presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, no Rio de Janeiro, na véspera da assinatura do acordo na capital do Paraguai.

Na sua opinião, o acordo que será assinado, e que cria um mercado de mais de 700 milhões de pessoas, com um PIB de cerca de 22 biliões de euros, “é bom para o Brasil, é bom para o Mercosul, é bom para a Europa e sobretudo é bom para o mundo democrático”.

Em Assunção, a União Europeia e o Mercosul “farão história ao criar uma das maiores áreas de livre comércio do mundo, reunindo cerca de 720 milhões de pessoas e um PIB de mais de 22 biliões de dólares”, numa “parceria baseada no multilateralismo”, sublinhou o Presidente brasileiro, um dos líderes que mais trabalhou para a conclusão do acordo.

Na opinião de Lula da Silva, o texto assumido demonstra compromisso para com o ambiente e as alterações climáticas, que tinham sido um dos principais entraves por parte de vários países europeus.

“Já somos grandes provedores de produtos agropecuários para a União Europeia. Mas não nos limitaremos ao eterno papel de exportadores de ‘commodities’ [bens básicos não industrializados]. Queremos produzir e vender bens industriais de maior valor agregado”, garantiu o chefe de Estado brasileiro.

O acordo só foi possível depois de, na semana passada, os vinte e sete países da União Europeia terem alcançado uma maioria qualificada para validar o acordo, apesar do voto contra de França (principal opositor), da Polónia, da Áustria, da Irlanda e da Hungria, e da abstenção da Bélgica.

Para alcançar esta maioria qualificada foi necessário negociar salvaguardas adicionais para os agricultores europeus, que têm continuado a manifestar-se nos últimos dias contra o acordo, e que serviram para convencer Itália, mas não foram suficientes para que Paris também se juntasse.

O acordo permitirá eliminar tarifas para 91% das exportações da UE para o Mercosul e para 92% das vendas sul-americanas para a Europa, abrindo um mercado conjunto de mais de 700 milhões de consumidores e que, juntos, representam um Produto Interno Bruto (PIB) de aproximadamente 22 biliões de dólares, segundo dados da Comissão Europeia.

Para a União Europeia, o tratado abre as portas de um mercado historicamente protegido aos seus setores industriais mais competitivos, entre os quais se destacam a indústria automóvel e a maquinaria industrial, onde as atuais tarifas, entre 35% e 14%, desaparecerão progressivamente.

Outros setores que beneficiarão de forma especial serão o químico e o farmacêutico, bem como produtos agroalimentares protegidos por denominações de origem, como os vinhos e os queijos.

A assinatura do acordo comercial no Gran Teatro José Asunción Flores, do Banco Central do Paraguai, contará com a presença da presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, do presidente do Conselho Europeu, António Costa, e dos ministros dos Negócios Estrangeiros dos países que compõem o Mercosul (Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai) e ainda do atual líder do bloco sul-americano, o Presidente do Paraguai, Santiago Peña.

Lusa

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