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Jihad Islâmica Palestiniana assinou uma trégua com Israel
Política 07 ago, 2022, 22:25

Jihad Islâmica Palestiniana assinou uma trégua com Israel

O grupo Jihad Islâmica Palestiniana (JIP) confirmou ter assinado uma trégua com Israel sob os auspícios da mediação egípcia, ao terceiro dia de hostilidades mortíferas, que provocaram dezenas de mortos na Faixa de Gaza.

"Foi alcançada há pouco tempo uma fórmula para o anúncio pelo Egito de um acordo de tréguas", que inclui o compromisso do Cairo de "trabalhar a favor da libertação de dois prisioneiros", anunciou Mohammed Al-Hindi, chefe da ala política da JIP, numa declaração citada pelas agências internacionais.


Os dois prisioneiros em causa são Bassem Saadi e Khaled Awawdeh.

O Egipto apelou a uma trégua a partir das 23.30 locais (21.30 em Lisboa), anunciou um oficial de segurança egípcio, sob condição de anonimato.

Imediatamente a seguir, a Jihad Islâmica divulgou uma declaração em que anunciou que "cessará as hostilidades" a partir desse momento, de acordo com o apelo da mediação egípcia, mas "salientou o direito de responder a qualquer [futura] agressão israelita".

A detenção na passada segunda-feira de Bassem Saadi, um líder da Jihad Islâmica Palestiniana na Cisjordânia, ocupada por Israel desde 1967, levou ao atual surto de violência.

O exército israelita lançou a sua operação na sexta-feira, anunciada como um "ataque preventivo" contra a Jihad Islâmica, no qual os seus principais líderes militares em Gaza, Tayssir Al-Jabari e Khaled Mansour, foram mortos juntamente com vários combatentes do grupo.

As mortes dos líderes militares foram confirmadas pela Jihad Islâmica, considerada "terrorista" por Israel, pelos Estados Unidos da América e pela União Europeia.

O primeiro-ministro israelita, Yair Lapid, disse que a operação em Gaza iria continuar "enquanto fosse necessário", descrevendo o ataque que matou Khaled Mansour no sábado como um "resultado extraordinário".

As autoridades israelitas justificaram a operação lançada na sexta-feira pelo seu receio de represálias por parte da Jihad Islâmica após a detenção de Bassem al-Saadi em 01 de agosto na Cisjordânia, um território palestiniano ocupado por Israel.

Nos últimos dois dias, cerca de 40 membros da Jihad Islâmica foram presos pelas forças israelitas na Cisjordânia.

Antes do anúncio agora divulgado pela Jihad Islâmica, o movimento armado palestiniano tinha lançado vários morteiros sobre Israel e Jerusalém, que foram intercetados pelo sistema de defesa antimíssil israelita, de acordo com o seu exército.

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