O despacho conjunto das secretarias regionais da inclusão, trabalho e juventude, e agricultura e pescas já está publicado no Jornal Oficial.
A decisão do Governo é justificada pelo facto do Centro de Abate ser a única entidade na Região que assegura as atribuições de interesse público relativas ao abate de animais domésticos.
O executivo regional entende ainda que a paralisação total do único centro de abate durante um período seguido de 22 dias é suscetível de potenciar o abate informal e clandestino de animais para consumo humano o que compromete a saúde pública e a proteção animal.