A decisão é mencionada num relatório anual sobre a economia portuguesa publicado pelo Fundo Monetário Internacional. A notícia é avançada pelo Jornal Público.
Em 2024 e 2025, para além das descidas previstas nos orçamentos do estado, foram feitos cortes adicionais, que se refletiram com efeitos retrativos ao início do ano.
Tratou-se de uma redução extraordinária da taxa de retenção do IRS paga pelos contribuintes nesses meses. Mas este ano, não haverá corte adicional.