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Imagem de China adverte Austrália, EUA e Reino Unido
Política 14 mar, 2023, 11:09

China adverte Austrália, EUA e Reino Unido

A China avisou hoje que os Estados Unidos, Austrália e Reino Unido continuam num "caminho errado e perigoso", após Camberra anunciar a compra de submarinos norte-americanos movidos a energia nuclear para modernizar a sua frota.

O porta-voz do ministério dos Negócios Estrangeiros chinês Wang Wenbin disse que o acordo, designado AUKUS — acrónimo para Austrália, Reino Unido e Estados Unidos — é resultado de uma "mentalidade típica da Guerra Fria" que "vai apenas motivar uma corrida armamentista, prejudicar o regime internacional de não-proliferação nuclear e prejudicar a estabilidade e a paz regional".

"A última declaração conjunta emitida pelos EUA, Reino Unido e Austrália mostra que os três países estão a seguir um caminho errado e perigoso para os seus próprios interesses geopolíticos, ignorando completamente as preocupações da comunidade internacional", disse Wang, em conferência de imprensa.

O presidente dos EUA, Joe Biden, voou para San Diego, no estado da Califórnia, para se encontrar com o primeiro-ministro australiano, Anthony Albanese, e o primeiro-ministro britânico, Rishi Sunak.

Os três lideres saudaram a parceria nuclear que vai dar à Austrália acesso a submarinos movidos a energia nuclear, que são mais furtivos e mais capazes do que navios movidos convencionalmente.

A medida é vista como reposta ao crescente músculo militar da China na região da Ásia Pacífico.

Biden enfatizou que os navios não vão transportar armas nucleares de nenhum tipo. Albanese disse que não acha que o acordo seja suscetível de azedar o relacionamento entre a Austrália e a China.

Wang repetiu as alegações da China de que o AUKUS representa um "grave risco de proliferação nuclear" e uma "violação do objeto e propósito do Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares".

"Os três países afirmam que cumprirão os mais altos padrões de não-proliferação nuclear, o que é puro engano", disse Wang, acusando os três de "coagir" a Agência Internacional de Energia Atómica a dar a sua aprovação.

O ministro da Defesa da Austrália, Richard Marles, disse hoje que o AUKUS era necessário para combater o maior acúmulo militar convencional na região desde a Segunda Guerra Mundial. As autoridades australianas disseram que o acordo vai custar até 245 mil milhões de dólares, nas próximas três décadas, e criar 20.000 empregos.

Marles afirmou que fez um grande esforço diplomático meses antes do anúncio do acordo, incluindo mais de 60 telefonemas para líderes regionais e mundiais. A Austrália ofereceu-se para manter a China informada, disse.

O secretário adjunto dos EUA para Assuntos do Leste Asiático e Pacífico, Daniel J. Kritenbrink, disse que o grau de transparência envolvido é uma das principais características do acordo.

"Os parceiros do AUKUS deixaram as nossas intenções claras, incluindo o nosso compromisso com a paz e a estabilidade regional", apontou Kritenbrink.

O AUKUS é um dos vários acordos e parcerias de segurança liderados pelos Estados Unidos que atraíram a ira da China, que classifica frequentemente blocos regionais dos quais é excluída como vestígios da Guerra Fria.

Junto com a Rússia, a China denunciou também o Quad, uma aliança militar que inclui Austrália, Índia, Japão e Estados Unidos, cujos ministros dos Negócios Estrangeiros afirmaram, no início deste mês, que pretendem ser uma alternativa à China. Os ministros disseram que viam com preocupação os "desafios à ordem baseada em regras marítimas, inclusive nos mares do Sul e do Leste da China", em referência aos movimentos agressivos de Pequim para afirmar as suas reivindicações territoriais.

A China também foi abalada por um acordo entre Washington e as Filipinas, que dá às forças dos EUA maior acesso às bases filipinas ao longo do que é designada "primeira cadeia de ilhas", a chave para a China projetar o seu poder na região.

Na semana passada, o ministro dos Negócios Estrangeiros chinês, Qin Gang, alertou Washington para possíveis "conflitos e confrontos", se os EUA não mudarem de rumo.

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