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Argélia aprova lei que criminaliza colonização
Foto: Unsplash
Política 24 dez, 2025, 15:48

Argélia aprova lei que criminaliza colonização

O parlamento da Argélia aprovou hoje por unanimidade uma lei que criminaliza a colonização francesa (1830-1962) e exige à França um pedido oficial de desculpas, o que pode agravar a crise já existente entre os dois países.

O presidente da Assembleia Nacional Popular, Brahim Boughali, saudou a aprovação unânime da lei, que responsabiliza legalmente o Estado francês pelo seu passado colonial na Argélia e pelas tragédias que gerou, e que foi aplaudida de pé pelos deputados argelinos, usando lenços com as cores da bandeira, segundo a agência noticiosa France-Presse (AFP).

A nova lei enumera os “crimes da colonização francesa”, considerados imprescritíveis, “testes nucleares”, “execuções extrajudiciais”, “a prática generalizada de tortura física e psicológica” e “a pilhagem sistemática de recursos”, e estipula que “a compensação integral e equitativa por todos os danos materiais e morais causados pela colonização francesa é um direito inalienável do Estado e do povo argelino”.

Apesar da sua inegável dimensão simbólica, o impacto real da lei ao nível das reivindicações de reparações pode ser limitado.

“Legalmente, esta lei não tem alcance internacional e, por isso, não pode vincular a França”, disse à AFP Hosni Kitouni, investigador em história colonial na Universidade de Exeter, no Reino Unido, acrescentando que, ainda assim, “marca um ponto de viragem na relação histórica com a França”.

Questionado na semana passada sobre a votação, o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros francês, Pascal Confavreux, afirmou que não iria comentar “debates políticos que ocorram em países estrangeiros”.

Boughali declarou, por seu turno, que a iniciativa “não tinha como alvo nenhum povo, nem procurava vingança ou incitar o ressentimento”.

A votação surge numa altura em que Paris e Argel continuam mergulhados numa crise diplomática, devido ao reconhecimento pela França, no verão de 2024, do plano de autonomia para o Saara Ocidental de Marrocos, que prevê que o território fique sob a soberania de Rabat.

Vários acontecimentos desde então exacerbaram as tensões, como a condenação e prisão do escritor franco-argelino Boualem Sansal, que acabou por ser perdoado graças à intervenção da Alemanha.

A questão da colonização francesa na Argélia continua a ser uma das principais fontes de tensão entre Paris e Argel.

A conquista da Argélia, iniciada em 1830, foi marcada por assassinatos em massa e pela destruição das suas estruturas socioeconómicas, bem como por deportações em grande escala, segundo os historiadores.

Numerosas revoltas foram reprimidas antes da sangrenta guerra da independência (1954-1962), que matou 1,5 milhões de argelinos, segundo a Argélia, e 500 mil pessoas, incluindo 400 mil argelinos, segundo historiadores franceses.

Lusa

 

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