Nos apartamentos, o valor mediano de avaliação bancária na RAM foi de 2 893 euros/m2, traduzindo uma variação de +0,3% comparativamente a junho de 2026 e de +16,7% face ao mês homólogo. Nas moradias, este indicador situou-se nos 2 187 euros/m2, valor superior em 0,3% ao observado no mês anterior e 17,8% acima do registado no mesmo mês do ano passado.
A nível municipal, é de referir que o valor mediano de avaliação bancária no Funchal, em julho de 2026, se fixou nos 2 833 euros/m2, variando -3,5% em relação ao mês precedente e +10,6% em comparação com julho de 2025.
Para além do Funchal, e no mês em referência, também ultrapassaram o número mínimo de observações registadas (33) os municípios de Câmara de Lobos e de Santa Cruz, cujos valores de avaliação bancária atingiram os 2 402 euros/m2 e os 2 538 euros/m2, respetivamente. Câmara de Lobos observou um acréscimo de 1,4% face ao mês anterior e de 5,9% em relação ao mês homólogo, enquanto Santa Cruz registou uma variação mensal de -1,0% e uma variação homóloga de +16,1%.
O valor mediano de avaliação bancária no País fixou-se nos 2 240 euros/m2, mais 12 euros do que no mês anterior (+0,5%). A variação homóloga foi de +15,2% (+295 euros).
No contexto das nove regiões NUTS II do país, os valores mais elevados foram observados na Grande Lisboa (3 397 euros/m2), no Algarve (2 971 euros/m2) e na Península de Setúbal (2 781 euros/m2), surgindo, na posição seguinte, a RAM (2 598 euros/m2). Face ao período homólogo, a Península de Setúbal registou a maior variação positiva (+20,4%), enquanto a região do Algarve (+13,6%) apresentou a menor. Relativamente ao mês anterior, o Alentejo (+1,6%) liderou as subidas, surgindo, no polo oposto, a Região Autónoma dos Açores (-1,9%) como a região com o decréscimo mais alto.
Para o apuramento do valor mediano de avaliação bancária, em julho de 2026, foram consideradas 704 avaliações, +5,4% do que no mesmo período do ano anterior. Destas, 322 foram de apartamentos e 382 de moradias. Em comparação com o mês anterior, realizaram-se mais 19 avaliações, o que corresponde a um acréscimo de 2,8%. A nível nacional, a variação homóloga do número de avaliações bancárias foi de +0,6%, enquanto a variação em cadeia se fixou em +1,4%.