Saltar para o conteúdo
    • Notícias
    • Desporto
    • Televisão
    • Rádio
    • RTP Play
    • RTP Palco
    • RTP Zig Zag
    • RTP Ensina
    • RTP Arquivos
RTP Madeira
  • Notícias
  • Desporto
  • Especiais
  • Programas
  • Programação
  • + RTP Madeira
    Moradas e Telefones Frequências Redes de Satélites

NO AR
Países dependentes do turismo terão de esperar mais dois anos pela recuperação
Economia 24 mai, 2021, 16:41

Países dependentes do turismo terão de esperar mais dois anos pela recuperação

A agência de notação financeira Moody's considerou hoje que as economias dependentes do turismo terão de esperar mais dois anos até o setor recuperar para os níveis anteriores à pandemia, ao contrário dos países dependentes do petróleo.

"O turismo só vai recuperar daqui a dois anos, pelo que as economias dependentes deste setor vão continuar a ser pressionadas durante os próximos dois anos", disse um dos responsáveis do departamento de análise do ‘rating’ na Moody’s, David Staples.

Falando num seminário sobre a recuperação económica dos mercados emergentes, o analista vincou que, ao contrário do turismo, a subida do preço do petróleo vai animar as economias dependentes desta matéria-prima, mostrando assim que os lusófonos Cabo Verde, por um lado, e Angola, Brasil e Guiné Equatorial, por outro, poderão ter uma evolução económica diferente nos próximos trimestres.

Apesar de alguns sinais de melhorias, os indicadores de pressão sobre os níveis de crédito continuam elevados nos mercados emergentes e nas empresas que operam nessas mercados, consideraram os analistas que falaram no seminário da Moody’s.

"Em 2020, o PIB real dos países emergentes que fazem parte do G20, excluindo a China e a Turquia, caiu quase 6%, em média", salientou o diretor executivo da Moody’s Atsi Sheth, vincando que "a produção económica dos mercados emergentes está a recuperar este ano, mas para muitos mercados emergentes, será preciso esperar até 2022 para chegar aos níveis anteriores à pandemia".

Numa análise mais focada para a África subsaariana, a analista Giulia Pellegrini, da seguradora Allianz, vincou que a região "não deverá ter novos incumprimentos financeiros (‘defaults’) este ano", não só pela recuperação económica em curso nos países, mas também pela ajuda que tem recebido.

"Não esperamos novos ‘defaults’ este ano, houve várias iniciativas para apoiar os países africanos nestes tempos de dificuldades, reduzindo os pagamentos da dívida, alargando a Iniciativa para a Suspensão do Serviço da Dívida (DSSI) até dezembro e instituindo um Enquadramento Comum para o Tratamento da Dívida para além da DSSI", lembrou a analista, notando, no entanto, que nenhum destas soluções é definitiva.

"Estas iniciativas reduzem temporariamente os pagamentos, mas muitos países não aderiram porque receiam que as agências de notação financeira reduzam o ‘rating’", apontou Giulia Pellegrini.

A Moody’s mantém a África subsaariana com Perspetiva de Evolução Negativa, colocando Angola, Moçambique e Etiópia, entre outros, em Perspetiva Negativa, o que indica que uma nova redução do ‘rating’ é provável devido aos efeitos da pandemia nas contas públicas.

C/Lusa 

Pode também gostar

Conta Satélite do Turismo da Madeira com valores superiores aos nacionais

Conta Satélite do Turismo da Madeira com valores superiores aos nacionais

Turistas e madeirenses aproveitam feriado para passear (vídeo)

Turistas e madeirenses aproveitam feriado para passear (vídeo)

Antram mostra-se «mais expectante» após apresentar propostas ao Governo

Antram mostra-se «mais expectante» após apresentar propostas ao Governo

Viajar é «prioridade» para maioria dos portugueses

Viajar é «prioridade» para maioria dos portugueses

Empresário desafia governo a entregar gestão do parque empresarial da Zona Franca Industrial

Empresário desafia governo a entregar gestão do parque empresarial da Zona Franca Industrial

Reembolsos do Autovoucher ultrapassam 91 milhões de euros

Reembolsos do Autovoucher ultrapassam 91 milhões de euros

Douro reduz produção de vinho do Porto para as 75 mil pipas

Douro reduz produção de vinho do Porto para as 75 mil pipas

Edifícios licenciados cresceram, enquanto os edifícios concluídos diminuíram

Edifícios licenciados cresceram, enquanto os edifícios concluídos diminuíram

Presidente do Santander Totta diz que integração do Banco Popular será “grande desafio”

Presidente do Santander Totta diz que integração do Banco Popular será “grande desafio”

Exportações com regras de controlo mais apertadas

Exportações com regras de controlo mais apertadas

PUB

Siga-nos nas redes sociais

Siga-nos nas redes sociais

  • Aceder ao Facebook da RTP Madeira
  • Aceder ao Instagram da RTP Madeira

Instale a aplicação RTP Play

  • Descarregar da Apple Store
  • Descarregar do Google Play
  • Redes de Satélites
  • Frequências
  • Moradas e Telefones
Logo RTP RTP
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube
  • flickr
    • NOTÍCIAS
    • DESPORTO
    • TELEVISÃO
    • RÁDIO
    • RTP ARQUIVOS
    • RTP Ensina
    • RTP PLAY
      • EM DIRETO
      • REVER PROGRAMAS
    • CONCURSOS
      • Perguntas frequentes
      • Contactos
    • CONTACTOS
    • Provedora do Telespectador
    • Provedora do Ouvinte
    • ACESSIBILIDADES
    • Satélites
    • A EMPRESA
    • CONSELHO GERAL INDEPENDENTE
    • CONSELHO DE OPINIÃO
    • CONTRATO DE CONCESSÃO DO SERVIÇO PÚBLICO DE RÁDIO E TELEVISÃO
    • RGPD
      • Gestão das definições de Cookies
Política de Privacidade | Política de Cookies | Termos e Condições | Publicidade
© RTP, Rádio e Televisão de Portugal 2026