O decréscimo face ao trimestre e período homólogo resulta, sobretudo, da amortização de empréstimos, assim como do efeito da amortização efetiva de dívida com recurso a receitas próprias da Região.
Analisando a evolução da composição da dívida bruta por instrumento financeiro observa-se que no 4.º trimestre de 2025, o peso dos empréstimos foi de 36,5% (37,6% no trimestre homólogo) e da dívida titulada foi de 63,5% (62,4% no 4.º trimestre de 2024).
A repartição da dívida por setor emitente mostra que o Governo Regional é responsável por 97,8% (97,0% no trimestre homólogo) do total da dívida e as Empresas Públicas classificadas no perímetro da APR por 2,2% (3,0% no 4.º trimestre de 2024).