Esta parceria está a ser alvo de críticas. Alguns membros do clero e da sociedade civil discordam da utilização do logótipo da Diocese do Funchal no rótulo das garrafas.
Juan Teixeira, enólogo e administrador da empresa Justino’s compreende, mas lembra que o vinho não vai ser de venda livre.
Na apresentação do vinho, o Bispo do Funchal explicou que a diocese não pretende fazer negócio. O vinho foi criado porque o ‘Madeira’ aguenta mais tempo na garrafa e considera a produção uma situação natural.
Nuno Brás adiantou que o vinho da missa vai ser vendido às paróquias que o quiserem comprar, seja na Madeira, ou no Continente.